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Correio Braziliense

'WiFi Ralph' e Dragon Ball Super: Broly' estreiam nos cinemas

O ano de 2019 começa nas telonas com duas apostas certeiras, com respaldo em franquias de animação: 'WiFi Ralph - Quebrando a internet' é a jogada da Disney, enquanto 'Dragon Ball Super: Broly' investe nos populares traços japoneses


postado em 03/01/2019 06:45

WiFi Ralph: Quebrando a internet - longa promete ampliar a afinidade entre Ralph e a menina Vanellope(foto: Disney/Divulgação)
WiFi Ralph: Quebrando a internet - longa promete ampliar a afinidade entre Ralph e a menina Vanellope (foto: Disney/Divulgação)

Por um período curto, o longa Detona Ralph, em 2012, ostentou o posto de maior bilheteria da Disney. Derrubado por clássicos e por investidas ainda mais criativas, o longa, num panorama bastante amplo, segue ocupando a 47ª posição de fita de animação mais assistida de todos os tempos. Sob o pesado investimento de US$ 175 milhões, a continuação WiFi Ralph: Quebrando a internet foi gerada, e, em cartaz, desde fins de novembro de 2018, já recuperou, apenas com a bilheteria nos Estados Unidos, o investimento inicial. Ao todo, mundo afora — descontado o Brasil (em que o filme será lançado hoje) —, US$ 350 milhões foram levantados de lucros.

Refugados, em crise, mas com destino selado rumo ao sucesso, no longa Detona Ralph, os protagonistas Ralph, um vilão involuntário, e a pequena e geniosa Vanellope von Schweetz estão novamente a postos, em WiFi Ralph. Desordeira e com alto índice de fofura impresso em sua estampa, Vanellope, junto com o grandalhão Ralph, deixará o ambiente do fliperama Litwak, no qual foi criada, rumo a novos horizontes. O avançado e perigoso mundo da internet virá a ser desvendado pela dupla que tem como objetivo, na jornada empreendida, recuperar uma peça sobressalente do videogame em que a menina ficou famosa: o circuito da Corrida Doce.

Diretor de episódios da série de animação adulta O crítico, e um dos diretores de Detona Ralph e de Zootopia — Essa cidade é o bicho, o diretor Rich Moore se une ao cineasta estreante Phil Johnston (corroteirista do primeiro Ralph), na trama em que muito das ações dependem das atividades de internautas conectados ao enredo. Destemida, Vanellope encara o universo da world wide web rumo ao interminável; daí a inspiração assumida pelos cineastas vir colada ao modo real em que a internet foi estruturada.
 
Dragon Ball Super: o inimigo Broly é ameça certeira, no longa que tem roteiro de Akira Toryiama(foto: Internet/Reprodução)
Dragon Ball Super: o inimigo Broly é ameça certeira, no longa que tem roteiro de Akira Toryiama (foto: Internet/Reprodução)
 

Uma das grandes curiosidades, para os espectadores mais crescidos, está no fato de haver uma aparição do mago da Marvel Stan Lee (morto em 12 de novembro, aos 95 anos). O gatilho que deflagra a aparição do homem que criou os mitológicos quadrinhos de Homem de Ferro, Thor e X-Men é a visita ao site Oh My Disney que está inserida à trama do filme. Lee é visto ao lado de êxitos do universo Disney como os Stormtroopers (da saga Star wars), alguns personagens da Pixar e, claro, da Marvel.

Mais feminino

Com roteiro cocriado por Pamela Ribon (uma das envolvidas em Moana: Um mar de aventuras), WiFi Ralph traz personagens femininas fortes como Yess, a empresária à frente de um site de tendências da internet, e Shank (que, na dublagem original, traz o timbre de voz de Gal Gadot, a atual Mulher-Maravilha). Espelho possível para retratar o que Vanellope possa se tornar, um conjunto de princesas Disney entra em quadro: destaque para Ariel, Merida, Elsa, Pocahontas e Bela. Entre os personagens coadjuvantes masculinos, há do prestativo, persistente e irritante J.P. Spamley, um tipo interessado em apenas angariar cliques (a qualquer custo) dos internautas até o tímido, quieto e algo misterioso Jorge.

Derivado de uma popular série de tevê de meado dos anos de 1980, o longa Dragon Ball Super: Broly já obteve uma renda de mais de US$ 25 milhões, mas com limitado alcance no mercado norte-americano, em que chegou ao patamar de renda de US$ 659 mil. Dirigido pelo mestre de animês e de mangás Tatsya Nagamine, o filme conta com roteiro concebido pelo próprio criador dos personagens originais Akira Toryiama.

Depois de longas criados para a telona em 2014 e 2015, Dragon Ball esteve com duas criações, no ano passado. Uma delas, justamente Dragon Ball Super: Broly. Neste popular exemplar de animação japonês, Goku, o protagonista, encara intermináveis táticas de treinamento. No fundo, ele parece pressentir a presença cada vez mais alarmante: uma verdadeira máquina de destruição denominada Broly. Dado como um super saiyajin, Broly é movido à vingança e pretende reinar, passado o período de pós-treino do poder em que a Terra se encontra.

 
 
 
 

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