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Correio Braziliense

Conheça artistas de Brasília que devem bombar em 2019 no Brasil

Artistas de Brasília fazem planos para se destacar Brasil afora no cinema, no teatro, na música e na televisão


postado em 15/01/2019 07:33 / atualizado em 17/01/2019 18:42


O talento de Brasília é tipo exportação. Reconhecidos nacional e internacionalmente, nossos artistas têm tudo para bombar em 2019. E são ecléticos os brasilienses: tem desde atores do grupo Oficina ao disco novo da banda Lupa, passando pelo filme O mistério da carne, de Rafaela Camelo, selecionado para Sundance. Isso sem falar em projetos na televisão para atores e diretores e na presença em festivais de renome, como o Lollapalooza. Confira a seguir os planos de gente de quem você e o Brasil inteiro, certamente, ouvirão falar em  2019!
 
Alisson Machado, produtor da cidade, celebra o boom no cinema local(foto: Carlos Vieira/CB/D.A Press )
Alisson Machado, produtor da cidade, celebra o boom no cinema local (foto: Carlos Vieira/CB/D.A Press )
 
 
Alisson Machado
 
No campo profissional, o produtor Alisson Machado não tem dúvidas: “2019 traz o melhor momento da minha vida”. Os projetos de cinema se empilham — “Isso é vida de produtor: sempre com uma carteira de filmes em diferentes etapas de projeto”, diz. Desenvolvimento de projetos, captação de recursos, pré-produção de filmes, filmagens, além de montagem, pós-produção de filmes e comercialização estão entre as frentes abertas pelo produtor.

Alisson, no momento, acompanha a montagem do curta-metragem Luís Humberto (de Rafael Lobo e Mariana Costa), a ser “finalizado em breve”. O desenvolvimento e a captação de recursos para o longa Mike (de André Miranda), com os preparativos para as filmagens do longa Ouro Verde S/A (de André Carvalheira), também ocupam Machado.

Em etapa de pré-produção, o longa do estreante Leo Bello chamado Espaço infinito será filmado em 2019, tendo no elenco Gabrielle Lopes e Wellington Abreu. Com a fase de comercialização assegurada, o longa Nada (dos Irmãos Guimarães), sob a produção de Machado, participará de laboratórios internacionais, para as filmagens em 2020.

O mesmo ano verá as filmagens da comédia Cartório das almas (outro filme de Leo Bello), que contará com Gregório Duvivier e Rosanne Mulholland. Sob a consultoria de roteiro de Adirley Queirós, o filme híbrido Gradear, com direção de Alan Schvarsberg e de Cícero Fraga, também ganhará retoques de produção de Alisson.
 
Carol Fazu: depois do sucesso em O segundo sol e Janis, mistério ronda o próximo personagem(foto: Gustavo Arrais/Divulgação )
Carol Fazu: depois do sucesso em O segundo sol e Janis, mistério ronda o próximo personagem (foto: Gustavo Arrais/Divulgação )
 
 

Carol Fazu
 
O ano de 2018 foi “lindo e de trabalhos marcantes” para Carol Fazu, atriz que deu vida a Selma na novela Segundo sol e protagonizou o espetáculo musical Janis, em que interpretou a cantora Janis Joplin. O espetáculo estreou em Brasília e, em 2019, deve ser conferido por outras cidades brasileiras. “Foi uma delícia estrear aí e ver a plateia com amigos e familiares. A gente começa a circular pelo Rio Grande do Sul e, quem sabe, não volta a Brasília. Eu ia adorar”, afirma.

Depois do barulho que Selma fez ao viver um trisal com Ionan (Armando Babaioff) e Maura (Nanda Costa), Carol deve voltar à telinha em 2019. “A repercussão da Selma foi ótima, não esperava isso no início do trabalho. Agora, estou em negociação para meu próximo trabalho na tevê. Ainda não posso falar, mas devo voltar”, conta, misteriosa.
 
 
Ano par em 2019 para o ator João Campos: duas peças, dois filmes e ao menos duas participações na tevê(foto: Luis Nova/Esp. CB/D.A Press)
Ano par em 2019 para o ator João Campos: duas peças, dois filmes e ao menos duas participações na tevê (foto: Luis Nova/Esp. CB/D.A Press)

 
João Campos
 
Cinema, teatro e televisão. O ano de João Campos será movimentado nas três frentes. Atualmente, o ator está em Porto Alegre, onde roda as cenas de Julio, personagem que defenderá em A bênção, série que o Canal Brasil pretende levar ao ar no último trimestre do ano. “São oito capítulos de uma história que é uma distopia. No futuro, dois médicos e cientistas desenvolvem uma droga que inibe o medo e testam o medicamento em pacientes terminais. Mas os efeitos colaterais ainda são desconhecidos”, adianta João, cujo personagem é um policial militar que está traumatizado após levar um tiro no rosto durante uma operação.

Entre uma semana e outra de gravações, João Campos e Ada Luana sobem ao palco com o espetáculo Encerramento do amor, dirigido por Diego Bresani. A ideia é começar a rodar o país por Recife e partir para outras cidades, como Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo, onde as sessões deverão ser no segundo semestre.

Ecos do silêncio é o nome provisório do filme de André Luiz Oliveira do qual João Campos tomará parte. O personagem dele será o Davi, homem que parte numa jornada de autoconhecimento na Índia para entender como a morte do irmão gêmeo, no nascimento dos dois, ainda afeta a vida dele. Animado, João revela que o longa terá cenas rodadas no Brasil e no exterior.

Além dessas novidades, há os trabalhos que João Campos gravou em 2017 e 2018, mas que só devem estrear neste ano. Fazem parte da lista a série Mais leve do que o ar, da HBO, na qual vive o sobrinho de Santos Dumont; e o filme Depois de ser cinza, de Eduardo Wannmacher, que lhe rendeu o primeiro protagonista nas telonas.
 
Clarisse Johansson em turnê com o espetáculo Roda Viva(foto: Jennifer Glass/Divulgação)
Clarisse Johansson em turnê com o espetáculo Roda Viva (foto: Jennifer Glass/Divulgação)
 
 
 
Clarisse Johansson
 
O coletivo dará o tom do ano de 2019 para a atriz Clarisse Johansson. Integrante do Teat(r)o Oficina, ela faz parte do elenco de Roda viva, espetáculo que deve sair em turnê este ano. Em cena como Xuxa, entre outros personagens, Clarisse foi indicada a prêmios e “contracenou” com Fernando Haddad, que assistia ao espetáculo.

Outro projeto proporciona a Clarisse a ponte aérea Brasília — São Paulo de que ela tanto gosta. “Brasília tem muitos projetos legais, uma cena de audiovisual muito forte”, afirma Clarisse, que elabora, ao lado da mãe, Felícia Johansson, um projeto que mistura teatro e vídeo. “Busco sempre esse universo que mescla as formas de criar. Tenho vários mestres que pensam da mesma forma, como minha mãe, o Hugo Rodas, a Eliane Carneiro e o próprio Zé Celso, que nos ouve bastante no momento da criação”, comenta.
 
 
Lupa: single e videoclipe a caminho(foto: Bruno Pagani/Divulgação)
Lupa: single e videoclipe a caminho (foto: Bruno Pagani/Divulgação)
 
 
Lupa
 
Criada em 2013 e com sonoridade entre o rock alternativo e o pop rock, a banda Lupa conseguiu, no ano passado, ultrapassar a barreira do quadradinho candango e passar a ser reconhecida fora do Distrito Federal pelo trabalho com presença em grandes festivais, como Vaca Amarela (GO), Música Mundo (MG), Feira Noise (BA) e Festival do Sol (RN).

Esse reconhecimento também se dá na assinatura de um contrato com um selo voltado para apoiar bandas independentes que faz a distribuição dos materiais pela gravadora Sony Music. “Ainda é algo muito recente. Se não me engano, somos a segunda banda a participar desse projeto que visa, principalmente, apoiar as bandas independentes. A gente está começando esse casamento”, conta Lucas Moya, baixista do grupo, que tem ainda Múcio Botelho (voz e guitarra), André Pires (teclados, percussão e voz), João Pires (bateria) e Victor Fonteles (guitarra).

Dessa parceria, a banda Lupa vai lançar um single e um videoclipe ainda no primeiro trimestre de 2019, o primeiro sem ser de forma independente. “A gente vem se preparando para isso desde a criação da banda. Estamos prontos para lançar esse material, o primeiro de uma sequência de singles”, conta. Sem poder revelar muitos detalhes, Lucas diz apenas que o público pode esperar novidades “com muito amor e originalidade”. “No momento, estamos focados nesse lançamento, mas seguros que nesse primeiro semestre vai ter show em Brasília”, adianta.
 
Kael Studart: turnê com O rei da vela e Roda viva (foto: Mariana Trevizolo/Divulgação )
Kael Studart: turnê com O rei da vela e Roda viva (foto: Mariana Trevizolo/Divulgação )
 
 
 
Kael Studart

Integrante do Teat(r)o Oficina, de Zé Celso Martinez Corrêa, há 3 anos, Kael Studart deve participar de uma montagem nova da trupe, mas ainda não sabe qual. Enquanto não é escalado, se prepara para as turnês de O rei da vela, da qual é produtor; e de Roda vida, na qual acumula as funções de produtor e ator.

“Particularmente, produzir é muito importante porque é uma maneira de eu entender a máquina do teatro como um todo”, afirma Kael. Além de se dedicar ao grupo, Kael irá se arriscar na escrita. Um dos projetos é o roteiro de um filme experimental — “será como um exercício”. O outro são os textos de Kaëka Tchëk, drag queen que Kael interpreta na noite paulistana. “Escrever mais é uma meta para 2019. Esse é o ano da Kaëka, minha querida auterego transformista”, planeja o ator.
 
Rivkah: aposta firme em parcerias e nas canções autorais(foto: Bruno Soares/Divulgação)
Rivkah: aposta firme em parcerias e nas canções autorais (foto: Bruno Soares/Divulgação)
 

Rivkah
 
A DJ mirim Rebecca Rangel, que usa o nome artístico Rivkah, é outro nome de Brasília que promete se destacar em 2019. Na capital, ela é conhecida desde 2017, quando, aos 9 anos, roubou a cena discotecando em eventos da cidade. A partir daí, passou a ter reconhecimento de outros DJs e logo virou a mais jovem em atividade no Brasil, seguindo os passos de nomes como Alok e Bhaskar, que também começaram cedo em Brasília.

Sempre com o apoio da mãe, Valesca Rangel, e com uma agenda de compromissos alinhada com o dia a dia escolar, Rivkah, que agora tem 11 anos, viveu um momento que a projetou ainda mais no fim do ano passado, quando tocou em Fernando de Noronha e foi citada em publicações na página do Instagram da atriz Bruna Marquezine. “Fiquei muito feliz com o que aconteceu em Noronha. Estou amando ter meu trabalho reconhecido. Ela é muito querida, também começou cedo como eu e acho que ela entende o que eu passo, todas as dificuldades de ser criança. Amei tê-la conhecido”, conta.

Para 2019, Rivkah seguirá algo que começou no ano passado: apostar em parcerias e canções autorais. Carry me home foi a primeira totalmente autoral de Rivkah a chegar às plataformas. Para este ano, a pequena trabalha em um disco inédito e totalmente produzido por ela com o objetivo de quebrar um recorde do Guinness. “Estou trabalhado em um álbum autoral solo, que pode quebrar um recorde me tornando a produtora mais jovem do mundo. Mas ainda não tem data. Estou fazendo as músicas. É muita música para fazer para um álbum. Estou trabalhando nele. Mas vem muita novidade por aí, estou trabalhando em projetos e em colaborações”, diz a DJ que já tem shows confirmados no projeto VIVA (26 de janeiro), no festival Futuro Space (16 de fevereiro) e no Carnaval no Parque.
 
Single, clipes e álbum estão nos planos da Scalene(foto: Breno Galtier/Divulgação)
Single, clipes e álbum estão nos planos da Scalene (foto: Breno Galtier/Divulgação)
 

Scalene

Antes mesmo de 2019 começar, o grupo Scalene sabia que seria mais um bom ano. Em novembro, foi anunciado que a banda faria parte, pela segunda vez, do line-up do Lollapalooza (SP). “A primeira foi em 2015 e muita coisa aconteceu desde a última vez que fomos lá. Estamos com a cabeça diferente, temos um material diferente para mostrar. Vamos preparar um show, que, com certeza, vai ser mais impactante do que quando a gente tocou pela primeira vez. Naquela época, a gente não tinha estrutura nenhuma, mal tinha uma equipe. A gente estava colocando a cara para fora do underground brasileiro. Então será um show com uma estrutura maior e com outros recursos”, explica Lukão.

Além do festival, Tomás Bertoni, Gustavo Bertoni, Lukão e Makako pretendem divulgar novidades. Single, clipes e álbum estão entre os planos. “Somos uma banda que sempre produz muito. No ano em que a gente não lança, sempre tem uma colaboração, um single. A gente sempre traz alguma coisa diferente. Desde 2013, a gente não passa um ano sem lançamento e, em 2019, não será diferente”, diz o baixista, que, adianta que os fãs podem esperar: “Virá coisa bem nova. Quem é fã sabe que a gente nunca faz um disco igual ao outro”.

A expectativa é de que a Scalene lance algo antes do Lollapalooza. Além disso, o público brasiliense pode esperar show do grupo na cidade ainda no primeiro semestre. “Devemos divulgar a data até o fim de semana. Também vamos viajar o Brasil mais uma vez. Não conseguimos voltar em algumas cidades, então, estamos focados em corrigir isso”, completa.
 
A cineasta Rafaela Camelo estará em Sundance, representando o cinema brasileiro e de Brasília(foto: Arquivo pessoal/ Divulgação)
A cineasta Rafaela Camelo estará em Sundance, representando o cinema brasileiro e de Brasília (foto: Arquivo pessoal/ Divulgação)
 
 
 
Rafaela Camelo

Parte da marcação introspectiva e tímida que compôs o dia a dia da cineasta Rafaela Camelo — cercada de poucos amigos e uma braçada de cinco DVDs assistidos a cada semana — estampa o curta O mistério da carne, título brasiliense que deu acesso à mostra competitiva no Festival de Sundance. Brasiliense, aos 33 anos, ela terá o filme exibido em quatro sessões, entre os dias 26 e 31 de janeiro, na competitiva de 73 curtas que traz apenas um título do Brasil.

Na fita, duas adolescentes frequentam grupo de Igreja Católica, e se preparam para a celebração da Paixão de Cristo, estranhando que a cerimônia de lava pés, outrora, tenha sido monopolizada por homens. “Minha porção observadora está sempre nas experiências de cineasta, como mulher LGBT, classe média e vinda de família hipercatólica”, comenta a diretora. Modernização não impacta Rafaela apenas na esfera religiosa: ela percebe mudanças no movimento de cinema da cidade. “Há sempre uma expectativa minha, na forma em que possa contribuir. Vemos muita tradição, com diretores como Vladimir Carvalho, Dácia Ibiapina e André Luiz Oliveira, mas há muita coisa se formando, com o Adirley Queirós sendo dos diretores mais interessantes do Brasil”, comemora.

Enquanto o espaço da mulher dentro da religião sempre afetou racionalmente Rafaela, pelo vislumbre, por muitas, como “espaço de liberdade e seguro”, mas, por ela vinculado ao “acesso de lugar de repressão”, o resultado de O mistério da carne é sinônimo de “absurda surpresa”, pela presença em Sundance. “Recebi a confirmação, uma hora antes do meu aniversário, em novembro. Pelo jeito, alguém de lá gostou”, diverte-se a diretora que, com o filme, competiu na Mostra Brasília de 2018.
 
René Sampaio: depois de Faroeste Caboclo, outro filme baseado em Renato Russo e nova temporada para a série Impuros (foto: Barbara Cabral/CB/D.A Press)
René Sampaio: depois de Faroeste Caboclo, outro filme baseado em Renato Russo e nova temporada para a série Impuros (foto: Barbara Cabral/CB/D.A Press)
 

René Sampaio
 
Passados mais de seis anos desde o lançamento do longa Faroeste caboclo, o diretor brasiliense René Sampaio trará, para o segundo semestre, nova adaptação de Renato Russo para a telona, com Eduardo e Mônica. Na segunda semana dedicada à montagem, Sampaio não tem dúvidas: “Não só no profissionalismo, os atores Alice Braga e Gabriel Leone me impressionaram — foram as escolhas mais acertadas para o filme. Por questões até de energia, temos o melhor Eduardo e a melhor Mônica que poderíamos entregar ao público”. Até o fim do ano, num projeto que ainda depende de financiamento e do estreitar de negociações de direitos autorais, mais um set deverá ser comandado por Sampaio. O misterioso filme está em processo de adaptação.

Numa percepção de ter o audiovisual brasileiro “ganhando a oportunidade de viajar o mundo”, René conta que tem lá alguma responsabilidade no feito. Segunda série mais vista na Fox Premium, depois de Walking Dead, Impuros, sob seu comando (e de Tomas Portella), terá mais 10 semanas de filmagens em 2019 — tudo será integrado à segunda temporada.

“No aplicativo do streaming, estamos na segunda posição, competindo, frente a frente, com as séries americanas”, celebra. A estreia foi praticamente com toda a América Latina. “Temos o DNA e a missão de se comunicar com todos. Trata da ascensão e queda de Evandro do Dendê, e está baseada em grandes traficantes do Rio de Janeiro. “Falamos da entrada do Brasil, no circuito que tem Colômbia e Paraguai no meio. O retrato é o da gênese que levou todos nós a este ponto em que estamos. A série é incomodamente atual. “Trata ainda do escoamento de armas para o Brasil, nos anos de 1990. Há perspectiva de rodarmos a terceira temporada ainda em 2019”, adianta o diretor.
 
Talíz tem como projeto um videoclipe de R&B(foto: Bruno Cavalcanti /Divulgação)
Talíz tem como projeto um videoclipe de R&B (foto: Bruno Cavalcanti /Divulgação)
 
 
 
Talíz

A cantora se lançou no mercado musical no ano passado defendendo um estilo ainda pouco difundido no Brasil, porém em alta, o R&B. A maior repercussão veio com a faixa Eu faço, que a projetou nas plataformas digitais, a colocou entre as representantes do gênero no país e a fez receber elogios de nomes como IZA, Gloria Groove e Ludmilla, que, durante passagem por Brasília no ano passado, contaram ter a música da artista em suas playlists.

“Foi muito gratificante. As três são artistas que eu admirava muito e saber que elas conhecem a minha música. Eu fiquei em choque. Foi muito bom, deu uma boa repercussão e me deu ânimo para continuar”, afirma Talíz. Aproveitando esse bom momento, a artista traçou algumas metas para 2019 e, entre elas, lançar algumas faixas que já estão prontas.

“Tem muita música para lançar, clipe e parceria para sair. O que posso adiantar é que tem um videoclipe que está pronto com o Paulo Amaro (rapper de Brasília e com quem ela gravou a canção Revolução dos bichos)”, revela. E ainda completa: “Acho que esse ano veio para me afirmar como cantora de R&B e mostrar o que é o R&B, que é um movimento novo”.
 
O ator Tulio Starling estará na série Feras e ainda no longa Anna(foto: Nash Laila / Divulgação )
O ator Tulio Starling estará na série Feras e ainda no longa Anna (foto: Nash Laila / Divulgação )
 
 
Tulio Starling

“Meu coração está pulsando ali.” A frase é do ator Tulio Starling e o “ali” é o palco do Teat(r)o Oficina, com o qual o brasiliense deve se apresentar Brasil afora com Roda viva. O ator conta que pode até ter outros projetos nos palcos, mas que o foco é mesmo a trupe paulista.

Essa entrega ao Oficina não faz com que Tulio deixe de lado outras mídias. Pelo contrário. Na televisão, ele poderá ser visto em Feras, série da MTV prevista para estrear em 21 de janeiro, na qual interpreta Peu, jovem que “treme nas bases” quando a companheira Joana (Mohana Ulhôa) quer apostar num relacionamento aberto. “Uma coisa de que gosto na série é que os machos todos são inseguros. As mulheres é que vão propondo as ações ou tomando as decisões”, conta. No cinema, os planos de Tulio incluem Anna. O filme de Heitor Dhalia foi rodado em 2017 e deve chegar este ano às telas.

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