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Correio Braziliense

Grammy quer mais mulheres na produção

A academia lançou campanha para reduzir a desigualdade de gênero na música


postado em 03/02/2019 07:10 / atualizado em 03/02/2019 18:17

Lady Gaga é uma das que aderiu à campanha de mais mulheres no Grammy(foto: ROBYN BECK)
Lady Gaga é uma das que aderiu à campanha de mais mulheres no Grammy (foto: ROBYN BECK)

 

 

A Academia de Gravação, instituição por trás do Grammy, anunciou na sexta-feira, 1º, seu primeiro grande passo com o objetivo de tratar da desigualdade de gênero na música, lançando um plano para ampliar as oportunidades para as produtoras e engenheiras. Ela pediu que artistas incluam ao menos duas mulheres no grupo de candidatos que contratam.

"Não existe uma varinha mágica para mudar um status quo existente há séculos, mas vemos esta iniciativa como um passo importante", afirmou Tina Tchen, presidente do grupo de trabalho criado no ano passado em resposta às críticas que apontavam que o Grammy é majoritariamente branco e masculino.

É sabido que somente 2% dos produtores de música e 3% dos engenheiros de som que trabalham na música popular são mulheres, de acordo com um estudo da Iniciativa de Inclusão Annenberg da USC. Mais de 200 artistas, produtores e outros membros da indústria, tais como Cardi B, 2 Chainz, Justin Bieber, Lady Gaga, Nicki Minaj, John Legend, Keith Urban e Pharrell Williams, aderiram à nova iniciativa de inclusão, disse a Academia. O anúncio foi feito a menos de duas semanas da edição deste ano do Grammy, que conta com a maior quantidade de mulheres indicadas.



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