Publicidade

Correio Braziliense

'Macaco cidadão'? Internauta critica Samuel Rosa, mas erra nome de música

Vocalista do Skank defendeu a criminalização da homofobia e um seguidor criticou a posição com base no nome errado de uma canção do grupo


postado em 13/02/2019 18:13 / atualizado em 14/02/2019 18:11

(foto: Yasuyoshi Chiba/AFP)
(foto: Yasuyoshi Chiba/AFP)

O Supremo Tribunal Federal (STF) começou a discutir nesta quarta-feira (13/2) algumas ações que transformam a homofobia em crime. Diversos artistas se manifestaram a respeito do julgamento nas redes sociais. Um deles foi o vocalista do Skank, Samuel Rosa, cujo comentário acabou desencadeando uma reação inusitada.
 
Visualizar esta foto no Instagram.

Passou da hora né? Chega! @skankoficial

Uma publicação compartilhada por Samuel Rosa (@samuelrosaoficial) em

 

Em uma postagem, o cantor defendeu a criminalização da homofobia: "Passou da hora, né? Chega!". Um de seus seguidores rebateu dizendo que a criminalização era "frescura". "O Skank tem uma música por nome chamado macaco cidadão. Hoje, você chamar uma pessoa de macaco é crime [sic]", disse o usuário.
 
(foto: Reprodução/Instagram)
(foto: Reprodução/Instagram)
 

Samuel, então, corrigiu o homem — que em seu perfil define-se como "crítico musical — dizendo que a canção, na verdade, chama-se Pacato cidadão. A faixa é parte de Calango, segundo álbum da carreira do Skank, lançado em 1994.
 
 

Os outros seguidores, é claro, não perdoaram o erro. "Essa vergonha é no crédito ou no débito?", questionou um. "Eu admiro tanto a paciência do Samuel, sério. 'Macaco cidadão' morri mil vezes", divertiu-se outro.
 
A confusão, porém, não é inédita. Vocalista dos Paralamas do Sucesso — uma das bandas que mais apoiou o Skank no começo da trajetória artística —, Hebert Vianna já havia cometido o mesmo erro, durante participação no programa Altas Horas, da Rede Globo. Na ocasião, Samuel Rosa apenas ignorou o equívoco.

Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor. As mensagens estão sujeitas a moderação prévia antes da publicação

Publicidade