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Correio Braziliense

Djavan faz show no projeto Na praia

Cantor traz músicas do álbum "Vesúvio", assim como clássicos da carreira


postado em 15/08/2019 06:30

Djavan costuma fazer longas turnês, e o show que o leva para a estrada tem sempre como referência um disco recém-lançado. No repertório, embora novas músicas estejam em destaque, predominam hits e clássicos de toda sua obra, armazenadas ao longo de 45 anos de carreira. Como são muitos, ao incluí-los, ele opta pelo revezamento.
 
(foto: Nana Moraes/Divulgação)
(foto: Nana Moraes/Divulgação)
 
Na capital, porém, há uma canção que o cantor e compositor alagoano nunca deixa de interpretar e geralmente é acompanhado em coro pela plateia: Linha do Equador, parceria dele com Caetano Veloso. Tudo porque trecho da letra fala de um ícone da cidade: “Esse imenso, desmedido amor/ Vai além, de seja o que for/ Passa mais além do céu de Brasília/ Traço do arquiteto/ Gosto tanto dela assim...”

Ao se apresentar hoje, às 22h, na Quinta Cultural do projeto Na Praia, Djavan traz de volta Vesúvio, show que foi visto pelo brasiliense em abril último no auditório master do Centro de Convenções Ulysses Guimarães. Naquela data, em entrevista ao Correio, destacou a ligação que tem com a natureza, citada implicitamente, no título do CD: “Sou ligado à natureza desde a infância. Há símbolos que uso para tocar em assuntos como política e amor”.

O artista vê como simbologia, por exemplo, o poder do vulcão (Vesúvio) e a delicadeza da orquídea, referindo-se também a outra de suas paixões, a botânica. “Tenho um sítio com 11 alqueires de Mata Atlântica, onde convivo com uma diversidade de plantas. As orquídeas vieram há 16 anos. Possuo umas 400 espécies”.

Inédita

Entre as novidades do set list devem ser citadas Orquídea, Solitude, Viver é dever, faixas do Vesúvio; além de Nuvem negra, gravada por Gal Costa no álbum O sorriso do gato de Alice, de 1993, mas que o cantor nunca registrou em sua discografia; e as menos conhecidas Baile, Coisa de acender e Quero-quero, de CDs da década de 1990. Há ainda Topázio, do LP Meu lado, de 1996.

Sobre o repertório, na entrevista ao Correio, Djavan explicou: “Toda vez que monto um repertório busco produzir uma interação entre palco e plateia. Incluo novas canções, algumas de minha autoria, que quase não canto em shows, e também aquelas que se tornaram mais conhecidas. No Vesúvio ele canta clássicos como Esquinas, Flor de lis, Lilás, Oceano, Se, Sina e Um amor puro.



Vesúvio
Show de Djavan e banda hoje, às 22h, na Noite Cultural do projeto Na Praia (Orla Norte do Lago Paranoá). Antes se apresentam o DJ Jonnes, a banda brasiliense Salve; e depois os DJs Pezão e Matheus. Ingresso: R$ 81 (valor referente à meia-entrada). Informações: www.tevejonapraia.com.br. Não recomendado para menores de 16 anos.



25
Números de discos de estúdio gravados por Djavan
 
 

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