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Correio Braziliense

Paulo Miklos acompanha a estreia de 'O homem cordial' em Gramado

Longa do brasiliense Iberê Carvalho abre a disputa pelos kikitos no Festival de Gramado


postado em 16/08/2019 17:00 / atualizado em 16/08/2019 17:27

Paulo Miklos vive roqueiro da década de 1980 em filme de Iberê Carvalho(foto: Edison Vara - PRESS PHOTO credito )
Paulo Miklos vive roqueiro da década de 1980 em filme de Iberê Carvalho (foto: Edison Vara - PRESS PHOTO credito )
Viver um roqueiro dos anos de 1980 foi o convite feito ao cantor e ator Paulo Miklos, pelo diretor brasiliense Iberê Carvalho, à frente da direção de O homem cordial, filme que abrirá a disputa por troféus Kikito, no Festival de Gramado. "Um Kikito sempre faz falta", brinca Miklos, ao comentar sobre os prêmios arrebatados com O invasor, lançado há 17 anos, com o qual conquistou um prêmio Candango (especial do júri), no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro e um Calunga, em Recife, como melhor ator.  "Existem personagens que te deixam mais à flor da pele e outros, com registro mais para dentro", comenta o ator.
No que chama de feliz coincidência, o ator vive, em O homem cordial, o personagem Aurélio, próximo de universo explorado por O invasor. "O personagem vive numa esfera de brutalidade, em meio a desgoverno, que quase o leva a linchamento. Os personagens acabam sendo você, em algum momento. Não consigo ver se ele joga certo ou errado, no roteiro. Na verdade, ele reage à situação limite de sustentação. Isso não faz você estar do lado certo", opina.

 
Há pouco visto na novela O sétimo guardião, Miklos veio para Gramado com agenda espremida: de madrugada, filmava em Curitiba finalizando Jesus Kid, de Aly Muritiba, do qual é protagonista, já de olho em compromisso do domingo — ele será a atração, em São Paulo, de Domingo na Paulista, com a divulgação do disco A gente mora no agora (obra de 2017).
No longa Jesus Kid, baseado em criação de Lourenço Mutarelli, viverá um escritor, em trama cheia de reviravoltas e que vê personagens de uma história encomendada ganharem vida. Excursionar com a peça teatral Chet Baker, apenas um sopro (criação de 2016), está nos atuais planos. "Sou instrumentista de sopro, e, desde a adolescência, curto o jazz" reforça o animado artista, aos 60 anos.

*O repórter viajou a convite do Festival de Gramado.

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