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Correio Braziliense

Longa 'Yesterday' revive clássicos dos Beatles no cinema

O filme é dirigido por Danny Boyle e escrito por Richard Curtis


postado em 18/09/2019 07:00 / atualizado em 18/09/2019 12:16

Juliana Pereira, Eliana Costa e Luisa Oliveira(foto: Robson Rodrigues/Divulgação)
Juliana Pereira, Eliana Costa e Luisa Oliveira (foto: Robson Rodrigues/Divulgação)
Em frase contida na letra de canção God, faixa do Plastic Ono Band, o primeiro álbum solo de John Lennon, lançado em 11 de dezembro de 1970, o cantor e compositor inglês anunciava: “The dream is over” (“O sonho acabou”), referindo-se ao fim dos Beatles. Naquele ano, havia chegado ao mercado Let it be, o último disco da banda surgida em Liverpool, no começo dos anos 1960.

O fim dos Beatles deixou órfão muita gente em todo o mundo, mas o legado de John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Star reverbera até hoje, conquistando fãs em diferentes gerações. São os beatlemaníacos os responsáveis por manter em cartaz, nas salas de cinema do país, Yesterday, filme dirigido por Danny Boyle e escrito por Richard Curtis.

Na comédia romântica britânica, o ator Himesh Patel dá vida a um músico que, após um acidente, se torna a única pessoa que se lembra dos Beatles. Ele então se torna famoso levando crédito por escrever e tocar as músicas da banda. Outros destaques do elenco são Lily James, Ed Sheeran e Kate McKinnon. Conseguir o direito de incluir músicas dos Beatles no filme custou aos cineastas US$ 10 milhões.

Yesterday está em exibição na cidade e pode ser assistido no Cine Cultura (Liberty Mall), Cinemark (Pier 21 e Iguatemi), Kinoplex (Boulevard Shopping e ParkShopping)), Espaço Itaú de Cinema (Casa Park) e Drive-In (Autódromo de Brasília). Confira os horários no roteiro de cinema do Correio. Espectadoras ouvidas após assistirem ao filme no Cine Cultura revelaram a impressão a respeito dessa produção britânica.

Para a publicitária Juliana Pereira, 35 anos, fã dos Beatles, Yesterday retrata o desejo que uma pessoa tem de querer e ressignificar. “Passados 50 anos do fim dos Beatles, o legado deles mantém-se vivo. No filme, uma ficção, o personagem central leva as pessoas a se emocionaram ouvindo as canções da banda, mesmo acreditando que elas foram compostas por ele”.

Servidora pública, Eliana Costa, que assistiu ao filme com a filha Luisa Silveira, contou que ouve as músicas dos Beatles desde a adolescência. “A história da música pop tem os Beatles como protagonistas. Eles foram revolucionários e deixaram canções que continuam sendo apreciadas por diversas gerações. Para mim, é impossível imaginar um mundo sem os Beatles. O filme é interessante, mas acho que poderia ter um final surpreendente. A mim, pareceu um pouco óbvio”, ressaltou.

Luisa Silveira, estudante de história na Universidade de Brasília, conta que foi a mãe quem lhe apresentou obra dos Beatles, que ela ouviu numa coletânea. Entre as músicas da banda, ela destaca Let it be como uma das preferidas. Quanto ao filme, a universitária considerou fraco. “O que destaco é a atuação da atriz Kate McKinnon, que vive a agente do cantor. Ela é sensacional e muito engraçada”, elogia.

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