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Correio Braziliense

Vitor Adonai Sexteto estreia nos palcos na Cervejaria Criolina

O sexteto apresenta ao público sucessos da música brasileira e obras autorais


postado em 13/11/2019 07:00 / atualizado em 13/11/2019 08:02

Grande parte das músicas do show é de autoria de Vitor Adonai(foto: Thais Lima/Divulgação)
Grande parte das músicas do show é de autoria de Vitor Adonai (foto: Thais Lima/Divulgação)




A música exerce uma grande influência nas pessoas. Ela une culturas, povos, pessoas e sentimentos. Épocas são moldadas conforme as melodias de um período. Foi justamente a música que uniu o Vitor Adonai Sexteto, que faz a estreia nos palcos hoje, na Cervejaria Criolina, às 22h.

O sexteto é formado por Vitor Adonai (clarinete e piano), Antonio Mello (violão), Rodrigo Zolet (acordeon), Rafael Cruz (baixo), Renato Galvão (bateria) e Mariano Toniatti (percussão). Sob os holofotes, o sexteto apresenta ao público sucessos da música brasileira e obras autorais, com influências do choro, jazz, samba e outros ritmos.

A associação entre os músicos se deu por conta da gravação de Santo, composição de Vitor Adonai. “A gente se reuniu para gravar este single (Santo) e funcionou superbem. Já tocamos juntos em outros trabalhos e somos amigos há muito tempo. Daí surgiu a oportunidade de marcar um show na Cervejaria Criolina, e eu me amarrei. Tenho muito trabalho autoral, mas ainda não tinha colocado essa galera para tocá-lo”, relata o clarinetista.

No repertório, músicas consagradas como Song for my father, de Horace Silver, e Rio Amazonas, de Dori Caymmi. Além de Salvador, de Antonio Mello, e das autorais de Vitor, como Rio negro, Impressions e Das nuvens. “Em Song for my father, a gente faz uma releitura bem interessante.  Já Rio negro, de minha autoria, é uma música que fiz pensando no Amazonas, de quando morei lá e tem inspiração em Dori Caymmi”, conta Vitor Adonai.

Entre os seis integrantes, há uma dupla que tem uma relação especial. Afinal, Vitor é filho de Antonio Mello, a principal referência do músico. “É superlegal dividir o palco com ele, que começou a me ensinar música quando eu tinha três anos. A gente tem uma conexão muito forte sentimentalmente e se entende muito bem musicalmente”, diz Vitor. O clarinetista conta que dividir o palco com o pai é costumeiro. “Ele sempre me chama e eu sempre o chamo. Nosso primeiro trabalho juntos foi no segundo disco dele, Guaratiba Brasil (2006), quando eu tinha seis anos e eu fiz participação em uma das faixas do álbum”, lembra.

A ansiedade do sexteto de subir aos palcos é grande e promete ser uma noite memorável. “A expectativa está la em cima. Eu já vejo uma galera que está muito interessada no nosso som, após lançarmos Santo, que eu sei que estará lá. E tem sempre um público com uma certa curiosidade”, aponta Vitor. E, já pensando no futuro e indo no encalço de Santo, que está disponível nas plataformas digitais, Vitor Adonai quer emplacar um EP, de quatro a seis faixas autorais, com o sexteto.

*Estagiário sob a supervisão de Severino Francisco



Vitor Adonai Sexteto
Cervejaria Criolina (SOF Sul, Q. 1, cj. B, lt. 6). Hoje, às 22h. Ingressos a R$ 25. Vendas no site www.sympla.com.br (sujeito a taxas) e na hora no local. Não recomendado para menores de 18 anos.
 
 
 
 
 




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