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Correio Braziliense

Cavalo correndo em pleno Minhocão da UnB? Entenda o tuíte que viralizou

Cena postada por estudante faz parte das filmagens de 'O pastor e o guerrilheiro', nova produção do diretor brasiliense José Eduardo Belmonte


postado em 13/02/2020 00:42

O tuíte foi curioso e causou risadas nas redes sociais(foto: Twitter/Reprodução)
O tuíte foi curioso e causou risadas nas redes sociais (foto: Twitter/Reprodução)
O tuíte de um estudante da Universidade de Brasília (UnB) deixou muita gente intrigada e acabou se tornando viral graças ao inusitado da cena que mostra: um homem a cavalo perseguindo outro em pleno Minhocão, como os alunos costumam chamar o Instituto Central de Ciências (ICC).

Na postagem, o aluno faz uma brincadeira, imaginando o seguinte diálogo: "Como é a sua universidade?" "Ah, é normal." E em seguida, o vídeo, como que para desmentir a normalidade da universidade.



Postado na tarde de quarta-feira (12/2), o tuíte alcançou 1,4 mil compartilhamentos e 6,7 mil curtidas em 12 horas, deixando muita gente se perguntando por que um cavalo estava correndo em pleno Minhocão.

A explicação foi dada por outro internauta, nos comentários. Tratava-se de um ensaio do filme O pastor e o guerrilheiro, nova produção do diretor brasiliense José Eduardo Belmonte, dos longas Carcereiros, Se nada mais der certo e A concepção, entre outros.

Filme sobre a ditadura

O pastor... é um longa-metragem ambientado nas décadas de 1960 e 1970 e nos últimos dias de 1999 e que conta a história do jovem João, que em 1968 deixa a universidade para se unir à luta armada contra a ditadura militar, integrando a guerrilha do Araguaia. Após ser preso e torturado, conhece na prisão Zaqueu, um cristão evangélico preso por engano. Desse encontro, surge uma amizade que supera suas diferenças ideológicas.

As filmagens já foram iniciadas e têm como locações Tocantins e Brasília. O elenco conta com atores jovens, como Johnny Massaro, Júlia Dalavia, César Mello, Ana Hartmann e William Costa, e outros consagrados, como Cássia Kis, Antônio Grassi, Sérgio Mamberti, Buda Lira e Ricardo Gelli.

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