Diversão e Arte

Toro, banda brasiliense de stoner rock, lança single 'Inevitável' no IGTV

A faixa, que chega em formato de lyric vídeo, abre alas para o segundo EP da banda

Devana Babu*
postado em 14/07/2020 11:00
 (foto:  Inquadra Filmes/Divulgação )
(foto: Inquadra Filmes/Divulgação )
Banda brasiliense Toro
A banda brasiliense Toro, com estilo calcado no stoner rock, lançou em 25 de junho o single Inevitável. A faixa abre caminho para o segundo EP da banda, que virá a conta-gotas nos próximos meses. Ainda não há data definida para os próximos lançamentos, mas a segunda faixa já está no prelo.

A música foi lançada no formato de lyric vídeo, apenas pelo IGTV, no Instagram da banda. Segundo o vocalista Thuyan Santiago, o novo trabalho demonstra um amadurecimento nas composições e a vontade de se comunicar com um público maior, para além das fronteiras do rock.

;O primeiro EP a gente fez reunindo riffs que o Xicão (guitarrista) tinha engavetados. A gente (Xicão e Thuyan) se juntou ao violão, desenvolveu as músicas e depois fechamos a formação da banda. Só aí que a gente foi ter a vivência de palco. Eu acho que isso é importante para composição das novas músicas, para saber como a gente quer chegar no ouvido da galera e conciliar essa questão de show, em que é legal ter música pra cima;, diz o vocalista, explicando que a banda se preocupou em flertar com o lado pop e com o aspecto de canção das músicas, para dialogar com um público mais amplo mesmo fazendo um disco mais pesado.

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Nesse aspecto, outra adesão significativa foi a do produtor Janary Gentil, que ajudou os músicos a se conectarem com essa nova fase e fazer um trabalho ainda melhor que o anterior, que foi produzido pela própria banda. Já a animação do lyric vídeo foi feita pelo artista Ângelo Teles, em parceria com o guitarrista Xicão.

;O Ângelo queria algo com bastante movimento, então teve a ideia de mostrar um carro em movimento. A gente partiu de um pressuposto de fazer uma coisa não muito realista, e aos poucos colocar elementos mais fantásticos. Na segunda estrofe, ;tudo que não é feito com o coração não serve mais;, ele teve a ideia de botar o coração como um monstro. Aí a gente foi nesse caminho, de cada vez aumentando mais a parte fantástica até no final virar uma coisa totalmente surreal;, explica o guitarrista, que fez o storyboard, mas deu total liberdade ao animador para criar em cima do roteiro.

*Estagiário sob supervisão de Adriana Izel

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