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Estado de Minas

Fraudes proliferam e assustam o mercado

Golpistas inundam a praça com garantias falsas a empréstimos. O BC adverte os clientes para desconfiarem de facilidades


postado em 20/02/2011 08:18

Nuvens negras cercam o prédio do Banco Central: no ano passado, foram 125 mil denúncias de trambiques que causaram perdas milionárias(foto: Iano Andrade/CB/D.A Press - 10/3/09)
Nuvens negras cercam o prédio do Banco Central: no ano passado, foram 125 mil denúncias de trambiques que causaram perdas milionárias (foto: Iano Andrade/CB/D.A Press - 10/3/09)
Todo mundo já ouviu falar de golpes aplicados na praça. Você já pode ter caído em um ou, quem sabe, se lembra de um amigo ou familiar que tenha sido vítima de alguém simpático, com muita lábia, que vende até terreno na Lua. Simplórios ou não, seu objetivo é sempre ganhar dinheiro sem esforço. Ultimamente, o mercado vem sendo surpreendido com uma armação um pouco mais sofisticada: cartas-garantias com selos, carimbos, assinaturas e tudo o mais que possa dar veracidade ao papel, inclusive textos em duas línguas — inglês e português. Parece tudo certo, mas não passa de falsidade.

Cartas-garantias ou fianças bancárias são modalidades de garantia ao credor fornecidas por instituições financeiras. Com elas, o cliente, pessoa física ou jurídica, consegue crédito nos bancos. Só que o mercado está inundado desse tipo de documento falso, com valores astronômicos, vendidos a quem precisa de empréstimo. O preço de uma carta cobrindo um financiamento milionário custa R$ 10 mil, por exemplo. O comprador se encaminha a uma instituição financeira com a suposta garantia, mas não consegue fechar a operação. Aí, já é tarde. Quem a vendeu já deu no pé.

*Confira a íntegra da reportagem na edição impresa deste domingo

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