Na sua decisão, o ministro deixou claro que consultou o site da Câmara dos Deputados e verificou que a tramitação do projeto está regular, em regime de prioridade e já tem parecer favorável do relator na Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público. ;A presente impetração revela-se, portanto, manifestamente prematura;, ressaltou Lewandowski.
O recurso da Ajufe quer explorar uma divisão que há dentro do STF. O ministro Marco Aurélio, por exemplo, defende publicamente o reajuste anual dos vencimentos dos servidores e critica o governo por não respeitar o texto constitucional. ;O Estado tripudia, porque a Constituição prevê que anualmente deve ocorrer reposição do poder aquisitivo da remuneração. Hoje, estou sem reajuste há seis anos. Continuo trabalhando da mesma forma ou até mais. Há enriquecimento sem causa de uma parte da relação jurídica, que é a União;, disse Marco Aurélio, ressalvando que não conhece os termos da ação analisada por Lewandowski.
A Ajufe pretende apresentar duas petições com o pedido de urgência na análise de outros dois mandados de injunção da entidade: um de 2009 e outro de 2011, que até hoje não foram apreciados pelo STF. ;Desde 2009, o teto da categoria não é atualizado. Três anos é um prazo mais do que razoável;, desabafou Gabriel Wedy, presidente da Ajufe.
Confira reportagem completa na edição desta quinta-feira (9/2) do Correio Braziliense