Um dos objetivos do governo com a pressão para reduzir os spreads (diferença entre o que o banco cobra para emprestar e o que ele paga para captar) é, enquanto diminui o custo das operações de crédito, promover uma restruturação das contas do brasileiro. A despeito de todas as facilidades vendidas pelos bancos após o corte dos juros, o endividado, segundo especialistas, não pode esperar que sua fatura seja organizada sozinha. ;É preciso gastar sola de sapato e saliva com o gerente, exigir os benefícios e, se necessário, trocar de banco;, ensina o educador financeiro Reinaldo Domingos.