R$ 3,4 bilhões do setor no Brasil vêm dos itens estrangeiros.
As fábricas nacionais não pararam, mas nenhum investimento tem sido suficiente para que avancem na mesma velocidade da entrada de importados. Dados da Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos (Abrinq) mostram que, entre 2006 e 2011, enquanto o faturamento das peças produzidas no país cresceu 106%, de R$ 856 milhões para R$ 1,76 bilhão, o dos importados aumentou 106,3%, de R$ 822 milhões para R$ 1,69 bilhão. A China é senhora quase absoluta: ela envia 87,66% do total de importações. A Indonésia fica em segundo lugar, com 2,13%, e a Malásia, em terceiro, com 2,50%.