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Estado de Minas

Brics podem dar mais US$ 70 bilhões ao FMI e criam fundo de reserva


postado em 20/06/2012 07:00 / atualizado em 20/06/2012 07:54

Los Cabos, México — O ataque especulativo em cima da Espanha e da Itália, mesmo depois de os resultados das eleições mostrarem que a Grécia deve permanecer na Zona do Euro, levou ontem o G-20, grupos das 19 maiores economias do mundo e a União Europeia, a dar um firme recado aos investidores: “Estamos prontos para adotar as medidas necessárias no sentido de reforçar o crescimento global e retomar a confiança de consumidores e empresários”, segundo o rascunho do documento final da reunião de cúpula que termina hoje,.

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Para o G-20, “caso a situação econômica se deteriore ainda mais, os países com suficiente margem de manobra no orçamento estarão prontos para coordenar e implantar as medidas orçamentárias apropriadas para apoiar a demanda interna”. Ou seja, injetar mais recursos em suas economia. O primeiro sinal efetivo de que os líderes globais estão dispostos a reverter a recessão que ameaça o planeta partiu dos Brics, que agrega Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. O grupo vai injetar entre US$ 60 bilhões e US$ 70 bilhões no caixa do Fundo Monetário Internacional (FMI) para socorrer economias em dificuldade. Esse apoio está condicionado, porém, a um maior poder desses países nas decisões da instituição.

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