O Brasil deseja que a Organização Mundial do Comércio (OMC) estude a possibilidade de analisar o impacto da "guerra cambial", mas sem grandes esperanças, admitiu o ministro.
O Federal Reserve (Fed, banco central americano), o Banco do Japão e o Banco Central Europeu (BCE) mantêm taxas de juros historicamente baixas e compram em massa dívida pública para ajudar o crescimento.