As negociações sobre o déficit orçamentário estão em andamento com o Parlamento. No momento, o governo tenta um acordo com os deputados para estabelecer um plano de consolidação orçamentária que evite a aplicação de duros cortes na despesa pública. ;Nas próximas semanas tomaremos decisões importantes sobre como reduzir a nossa dívida de uma forma que fomente a nossa economia e crie bons empregos; destacou Obama. Ele acrescentou que as decisões a serem tomadas ;marcarão uma verdadeira diferença na solidez e no ritmo da nossa recuperação;.
[SAIBAMAIS]O presidente da maior economia do mundo admitiu ainda a necessidade de o país continuar a cortar ;gastos desnecessários;. Ao mesmo tempo, frisou a necessidade de se evitar cortes ;no caminho da prosperidade;, em numa crítica aos republicanos que insistem em se opor a qualquer aumento da despesa pública.
;Não funcionou no passado e muito menos irá funcionar agora. [As medidas defendidas pelos republicanos] poderiam significar o atraso da nossa recuperação. Poderiam debilitar a nossa economia e custar empregos, tanto agora como no futuro;, sustentou Obama.
O Senado americano, de maioria democrata, aprovou esta semana uma medida que autoriza o governo, até o dia 19 de maio, a ultrapassar o limite de endividamento, dando três meses de prazo para um acordo de redução do déficit.