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Estado de Minas

Ainda minoria na Esplanada, mulheres se destacam na excelência profissional

Elas não abrem mão do charme ou da sensibilidade. A perfeição é vital para garantir o bom funcionamento do governo


postado em 21/01/2014 08:42 / atualizado em 21/01/2014 09:02

Elas são belas, poderosas, altivas, incontestavelmente competentes e ocupam cargos de destaque na Esplanada dos Ministérios. Não há quem resista ao charme delas. Cada uma, a seu estilo, expõe talento e elegância. São as musas do funcionalismo. Mas que fique bem claro. Com elas, respeito é bom. E elas agradecem. Quando o assunto é trabalho, exigem a perfeição. Não há caminho para amadorismo.

As servidoras Melissa Miotto, Cibele Castro e Tatiana Sachs esbanjam beleza. Mas, na hora do trabalho, respeito é fundamental(foto: Monique Renne/CB/D.A Press)
As servidoras Melissa Miotto, Cibele Castro e Tatiana Sachs esbanjam beleza. Mas, na hora do trabalho, respeito é fundamental (foto: Monique Renne/CB/D.A Press)

Sorriso largo, a paulista Tatiana Mesquita Nunes Sachs, 29 anos, advogada da União, 1,70m de altura, assegura que não se prende a modismos. A começar pelos cabelos, longos e cacheados, que não se rendem aos alisamentos que se tornaram febre. “Não aliso. Prefiro tudo ao natural. Quando me perguntam o porquê, explico que, desde a faculdade, me descobri em todos os sentidos e me apaixonei por mim”, afirma. Firme e entusiasmada, ela já fez mestrado em Gestão de Seguridade Social, na Espanha. Além de advogar a favor do governo em processos que envolvam a Previdência Social, dá aulas de direito em cursos preparatórios para o Itamaraty.

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Tatiana formou-se em 2008. Fez concurso para a Advocacia-Geral da União (AGU) em 2011. As vagas eram para Brasília ou para a Região Norte. Optou pela capital do país. Filha de um engenheiro e de uma advogada, ela conta que, pela primeira vez, experimentou a independência. “Quando cheguei a Brasília, tive que me virar sozinha. Sofri no início, mas, hoje, admiro a qualidade de vida da cidade, sem grandes congestionamentos e sem ondas de violência”, assinala.

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