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Estado de Minas

Seguidores da Umbanda e Candomblé pagam R$ 15 mil por trabalhos de santos

No Brasil, as duas religiões reúnem 1,1 milhão de seguidores


postado em 29/01/2014 08:23

Culto no Centro Espírita Nossa Senhora da Glória: fiéis se preparam para ser atendidos por pais e mães de santo em busca de ajuda espiritual(foto: Bruno Peres/CB/D.A Press)
Culto no Centro Espírita Nossa Senhora da Glória: fiéis se preparam para ser atendidos por pais e mães de santo em busca de ajuda espiritual (foto: Bruno Peres/CB/D.A Press)


Dar de graça o que de graça receber com humildade, caridade e fé. Esse é o lema da Umbanda, religião brasileira que mistura vários elementos do cristianismo, do espiritismo e de cultos africanos. Sem uma organização vertical rígida, como a que existe no catolicismo, na Umbanda cada terreiro é responsável por sua própria gestão administrativa e financeira. Os templos são mantidos pelos filhos de fé, como também são chamados os umbandistas, e pelos líderes religiosos, os pais e mães de santo.

Cálculos conservadores mostram que, quando somadas as mensalidades pagas pelos fiéis, as doações feitas pelos seguidores, a arrecadação de fundos com eventos e as receitas do comércio e da fabricação de artigos usados nos cultos, o faturamento da Umbanda chega a pelo menos R$ 60 milhões por ano. No total, conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), há 1,1 milhão de umbandistas no Brasil, o correspondente a 0,6% da população.

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