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Estado de Minas

Diante da crise, governo diz que vai tratar contas públicas com seriedade

Além de prometer mudança, governo procurou economistas do setor financeiro e ouviu críticas


postado em 04/02/2014 08:59

Desvalorização do real pode levar o Banco Central, comandado por Tombini, a elevar mais as taxas de juros (foto: Eric Piermont/AFP )
Desvalorização do real pode levar o Banco Central, comandado por Tombini, a elevar mais as taxas de juros (foto: Eric Piermont/AFP )


O descontentamento cada vez maior do setor privado com a condução da política fiscal e a piora das previsões para 2014 levou a equipe econômica a intensificar as conversas com analistas de grandes bancos e corretoras. Por determinação da presidente Dilma Rousseff, nas últimas duas semanas ocorreram reuniões em Brasília e São Paulo, em que o governo mais ouviu do que falou, segundo interlocutores que participaram desses encontros.

O governo atuou em duas frentes. Pelo lado do Ministério da Fazenda, foram escalados o secretário de Política Econômica, Márcio Holland, e o secretário executivo interino, Dyogo Oliveira. No Banco Central (BC), quem conduziu as conversas foi o diretor de Política Econômica, Carlos Hamilton, que foi a voz do presidente da instituição, Alexandre Tombini.

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