Publicidade

Estado de Minas

Preços de produtos como tomate e batata podem não ser contidos pelo governo

Agricultura é contra tirar alimentos do cálculo da inflação


postado em 24/04/2014 08:38 / atualizado em 24/04/2014 09:06

Para o ministro Neri Geller, o consumidor tem que deixar de comprar e esperar até que os preços baixem (foto: Bruno Peres/CB/D.A Press)
Para o ministro Neri Geller, o consumidor tem que deixar de comprar e esperar até que os preços baixem (foto: Bruno Peres/CB/D.A Press)


Os preços de alimentos, que vêm puxando a inflação para cima, colocam o Ministério da Agricultura na berlinda. Para alguns críticos, faltam medidas que garantam a oferta de produtos baratos e de qualidade. O titular da pasta, Neri Geller (PMDB), nega. “É um equívoco”, disse. Ele admite, porém, que o país corre atrás do prejuízo em termos de capacidade de armazenagem de grãos e cereais. “Temos um problema de logística”, reconheceu.

O deficit de armazenagem é estimado em 40 milhões de toneladas apenas para grãos, principalmente milho e soja. O governo planeja, em cinco anos, aumentar a capacidade total em 72 milhões de toneladas. A ampliação inclui R$ 25 bilhões em financiamento com recursos públicos, a juros de 3,5% ao ano, abaixo da inflação. Mas ninguém deve esperar resultados neste ano: os primeiros armazéns só ficarão prontos em cerca de oito meses.

Leia mais notícias em Economia

A matéria completa está disponível aqui, para assinantes. Para assinar, clique aqui.

Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor. As mensagens estão sujeitas a moderação prévia antes da publicação

Publicidade