O secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, descartou hoje (29/5) um novo socorro ao setor elétrico por meio de aumentos de impostos. Segundo ele, a medida não está em discussão na equipe econômica.<br /><br />;Não há debate nem discussão sobre o assunto. Não achamos necessário socorrer o setor elétrico com fonte fiscal;, declarou o secretário, ao explicar o resultado primário do Governo Central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central) em abril.<br /><br />[SAIBAMAIS]Segundo o secretário, o governo gastará somente os R$ 13 bilhões previstos para ajudar a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), fundo que subsidia as tarifas do setor elétrico, neste ano. Desse total, R$ 9 bilhões tinham sido aprovados no Orçamento Geral da União e R$ 4 bilhões fazem parte do pacote de socorro ao setor elétrico anunciado em março.<br /><br /><a href="http://publica.correiobraziliense.com.br/app/noticia/#h2href:{%22titulo%22:%22Pagina:%20capa%20-%20economia%22,%22link%22:%22%22,%22pagina%22:%2273%22,%22id_site%22:%2233%22,%22modulo%22:{%22schema%22:%22%22,%22id_pk%22:%22%22,%22icon%22:%22%22,%22id_site%22:%22%22,%22id_treeapp%22:%22%22,%22titulo%22:%22%22,%22id_site_origem%22:%22%22,%22id_tree_origem%22:%22%22},%22rss%22:{%22schema%22:%22%22,%22id_site%22:%22%22},%22opcoes%22:{%22abrir%22:%22_self%22,%22largura%22:%22%22,%22altura%22:%22%22,%22center%22:%22%22,%22scroll%22:%22%22,%22origem%22:%22%22}}"><font color="#FF0000"><strong>Leia mais notícias em Economia</strong></font></a><br /><br />O secretário descartou apenas um novo socorro com recursos fiscais e não comentou se um novo financiamento à Câmara de Comercialização da Energia Elétrica (CCEE), associação que reúne as distribuidoras de energia, será necessário. Alegando que só cuida da área fiscal, Augustin evitou comentar a parcela da ajuda ao setor elétrico relacionada a operações de crédito.<br /><br />Além do aporte de R$ 4 bilhões na CDE, a ajuda ao setor contou com um empréstimo de R$ 11,2 bilhões à CCEE para as empresas de energia poderem arcar com os custos da energia termelétrica, mais cara que a hidrelétrica, e com as compras de energia no mercado de curto prazo. A linha de crédito tem como objetivo ajudar as distribuidoras a ter caixa até a volta das chuvas, prevista para o fim do ano.<br /><br />No entanto, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) liberou, em apenas dois meses, duas parcelas do empréstimo que somam R$ 9,75 bilhões. As empresas alegam que uma nova operação de crédito pode ser necessária.