[SAIBAMAIS]Na casa dela, a família passou a consumir mais o feijão-preto. Porém, quando viu o preço desse produto no supermercado ontem, R$ 9,79, não teve dúvidas de qual levaria para casa. ;O jeito vai ser levar o fradinho. É impressionante como tudo está subindo;, disse, assustada. O feijão, no entanto, não é o único problema dos brasileiros. Em Brasília, não é raro encontrar o quilo do alho por mais de R$ 30 ou o quilo da maçã acima de R$ 8. É até raro achar uma promoção convincente. ;A gente acaba decorando todas as ofertas possíveis porque está tudo muito caro. O jeito é caçar onde tem o comércio com os valores mais baixos;, justificou a servidora pública Luciene Rocha, 56.
Para economizar, ela compra apenas o necessário para uma semana, e mesmo assim é difícil encontrar preços que valham a pena. ;O quilo da banana está um absurdo, dependendo do tipo, não sai a menos de R$ 4. Eu evito até comprar quando está muito caro e acabo levando outras frutas mais baratas. O custo do leite, então, está de matar;, criticou.
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