Jornal Correio Braziliense

Economia

Desemprego no país cresce pelo 15º mês consecutivo

Em junho, o Brasil perdeu 91.032 vagas formais de emprego

O desemprego no país cresce pelo 15; mês consecutivo, segundo dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho. Em junho, o Brasil perdeu 91.032 vagas formais de emprego. O número é superior ao registrado em maio, quando o saldo de desempregados foi de 72.615. O resultado em junho é consequência de 1.204.763 admissões contra 1.295.795 desligamentos. Ao todo, 39.161.285 trabalhadores tinham carteira de trabalho assinada no país. No acumulado do ano, 531.765 pessoas com carteira assinada perderam a colocação. Nos últimos 12 meses, no nível de emprego ficou em 1.765.024.

Segundo os dados do Caged, apenas dois setores apresentaram saldo positivo de geração de empregos no mês. A agropecuária e a administração pública. A agropecuária, pela criação de 38.630 postos de trabalho, crescimento que, segundo o Ministério do Trabalho, se relaciona a fatores sazonais ligados ao cultivo do café, principalmente nos estados de Minas Gerais, responsável por 12.895 postos; atividades de apoio a agricultura em São Paulo, com saldo positivo de 7.292 vagas, e, nesse mesmo estado, o cultivo de laranja, que gerou 5.986 postos.

Além da agricultura, a administração pública também apresentou saldo positivo, com geração de 790 postos no mês, invertendo o resultado negativo de 704 postos verificado em junho de 2015. Já o setor de serviços teve perda de 42.678 vagas em junho, representando a maior queda setorial no mês, seguido por indústria de transformação, que encerrou 31.102 postos no mesmo intervalo.

Dados estaduais

O emprego formal apresentou resultado positivo em oito estados brasileiros, com destaque para Minas Gerais (4.567), Goiás (3.369) e Mato Grosso (2.589). A maior queda no nível de emprego formal foi registrada em São Paulo (-29.915), influenciada pela queda de postos de trabalho na construção civil (-8.447) e no comércio varejista (-5.561). Houve também perda de vagas no Rio de Janeiro (-15.748) e Rio Grande do Sul (-10.340). O desemprego no país cresce pelo 15; mês consecutivo, segundo dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho. Em junho, o Brasil perdeu 91.032 vagas formais de emprego. O número é superior ao registrado em maio, quando o saldo de desempregados foi de 72.615. O resultado em junho é consequência de 1.204.763 admissões contra 1.295.795 desligamentos. Ao todo, 39.161.285 trabalhadores tinham carteira de trabalho assinada no país. No acumulado do ano, 531.765 pessoas com carteira assinada perderam a colocação. Nos últimos 12 meses, no nível de emprego ficou em 1.765.024.

Segundo os dados do Caged, apenas dois setores apresentaram saldo positivo de geração de empregos no mês. A agropecuária e a administração pública. A agropecuária, pela criação de 38.630 postos de trabalho, crescimento que, segundo o Ministério do Trabalho, se relaciona a fatores sazonais ligados ao cultivo do café, principalmente nos estados de Minas Gerais, responsável por 12.895 postos; atividades de apoio a agricultura em São Paulo, com saldo positivo de 7.292 vagas, e, nesse mesmo estado, o cultivo de laranja, que gerou 5.986 postos.

Além da agricultura, a administração pública também apresentou saldo positivo, com geração de 790 postos no mês, invertendo o resultado negativo de 704 postos verificado em junho de 2015. Já o setor de serviços teve perda de 42.678 vagas em junho, representando a maior queda setorial no mês, seguido por indústria de transformação, que encerrou 31.102 postos no mesmo intervalo.