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Correio Braziliense

Com presença crescente nas empresas, mulheres são minoria em cargos altos

Eliminação das disparidades acrescentaria US$ 850 bilhões à economia brasileira nos próximos dez anos


postado em 25/12/2016 08:00 / atualizado em 25/12/2016 09:38

 

Na Nova York de 1960 retratada pela série Mad Man, mulheres só conseguiam emprego como secretárias, mesmo em um dos setores mais dinâmicos da economia de então, o das agências de publicidade. É bom lembrar que, até aquela época, ainda havia um número significativo de países, mesmo no chamado Primeiro Mundo, onde elas não podiam sequer votar.

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Meio século depois, muita coisa mudou. Mas ninguém deve se enganar: vários avanços estão por ser feitos. Espera-se que daqui a 50 anos se tenha chegado a uma situação de melhora que leve a sociedade a olhar o quadro atual como uma bizarrice. Diversas pesquisas mostram esse quadro de injustiças. De acordo com o Fórum Econômico Mundial, os homens ganham 30% a mais que as mulheres de mesma idade e com o mesmo nível de instrução.

Em cargos executivos, a diferença salarial pode ultrapassar os 50% globalmente. Isso ocorre a despeito de elas terem maior escolaridade em muitos países, incluindo o Brasil. Estudo realizado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) no Brasil demonstra que 52,2% delas têm diploma universitário nas empresas. No caso dos homens, a proporção é de 35,5%.

* Estagiário sob a supervisão de Paulo Silva Pinto

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