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Correio Braziliense

Computação em nuvem muda a forma como empresas armazenam dados

Difusão da computação em nuvem muda a forma como pessoas e empresas utilizam equipamentos digitais para armazenar dados. Nos Estados Unidos, companhias que migrarem para o sistema reduzirão custos de energia em US$ 12,3 bilhões até 2020


postado em 28/01/2017 07:15 / atualizado em 28/01/2017 10:45

(foto: Arte/CB/DA Press)
(foto: Arte/CB/DA Press)
 

Quando se  pretende comprar um computador ou telefone novo, uma das dúvidas é qual a capacidade interna do novo dispositivo. Quanto maior a capacidade de armazenamento, maior o preço, pois isso significa que mais arquivos, fotos, músicas e vídeos cabem na memória do aparelho. Além disso, existem discos externos, que servem para salvar arquivos importantes e liberar espaço nos computadores e celulares. Com o passar do tempo, o acúmulo de informações utiliza cada vez mais a memória dos dispositivos. Mas será essa a tendência para os próximos anos? Tudo indica que não. Com o avanço da tecnologia, o futuro está no armazenamento na nuvem, ou cloud computing, em inglês.

O armazenamento em nuvem veio facilitar a rotina e mudar a maneira de manipular documentos. Com ele, para acessar determinados arquivos não é mais necessário manter e operar uma máquina que contenha esses dados. Utilizando a internet como plataforma, a tecnologia permite que se tenha acesso às informações de qualquer lugar, a qualquer hora — basta ter um dispositivo capaz de fazer isso, como um computador ou smartphone. Todas as informações são salvas na rede e podem ser acessadas sem que seja necessário instalar nenhum aplicativo no computador.

O uso cada vez mais frequente da computação em nuvem tem potencial para reduzir substancialmente o custo das empresas com equipamentos. Um relatório recente da Carbon Disclosure Project (Projeto de Divulgação de Carbono), uma organização sem fins lucrativos focada no aquecimento global, estimou que, até 2020, as organizações norte-americanas que migrarem para a nuvem poderão economizar US$ 12,3 bilhões em custos de energia, o equivalente a 200 milhões de barris de petróleo. Além disso, reduzirão as necessidades de investimentos de capital.

Hábitos


A tecnologia e o uso da computação em nuvem não são novidades. Quem recorre a aplicativos conhecidos, como Spotify, Netflix, Uber ou Gmail, já opera na nuvem, mesmo que não saiba. Mas a tendência é que a utilização da tecnologia se torne cada vez mais comum entre pessoas e empresas, o que pode mudar radicalmente a maneira como fazemos uso de equipamentos digitais. E isso está ocorrendo de forma rápida. Até 2020, o mercado de cloud computing deve movimentar cerca de US$ 160 bilhões anuais. Em pouco tempo, não só os famosos HDs dos computadores podem se tornar desnecessários, como também as empresas e a vida profissional das pessoas podem mudar.

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* Estagiário sob orientação de Odail Figueiredo

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