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Correio Braziliense

Debate no Correio discute os desafios para a economia brasileira em 2018

A abertura será feita pelo presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn. O presidente Michel Temer também falará durante o evento


postado em 19/12/2017 08:30 / atualizado em 19/12/2017 09:09

O presidente da República, Michel Temer, é um dos convidados(foto: Marcos Corrêa/PR)
O presidente da República, Michel Temer, é um dos convidados (foto: Marcos Corrêa/PR)

Às vésperas de um ano eleitoral marcado pela recuperação da economia brasileira, o Correio Braziliense realiza hoje o “Correio Debate – Desafios para 2018”. O seminário, no auditório da sede do jornal, conta com a presença do presidente da República, Michel Temer, e das principais lideranças da área econômica: o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles; o do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, Dyogo Oliveira; e o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn.

A abertura será feita pelo presidente do Banco Central seguido pelo ministro do Planejamento, como convidado especial. O primeiro painel “Brasil: Desafios e Tendências” contará com a participações dos economistas Tony Volpon, do UBS Brasil; Zeina Latif, da XP Investimentos; e Thais Zara, da Rosenberg Associados, tendo como convidado especial o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles.

“O momento do crescimento da economia é forte. Tem de haver algo muito significativo em termos de volatilidade para jogar isso para o buraco”, afirmou, em entrevista ao Correio, Tony Volpon, que até o ano passado ocupou o cargo de Diretor de Assuntos Internacionais do Banco Central.

Para Thaís Zara. o crescimento no próximo ano ainda será puxado pelo consumo das famílias. “Está começando a melhorar a situação agora, mas ainda não se vê um ímpeto inversionista tão forte”, ponderou a economista-chefe da Rosenberg Associados.

Retormada do crescimento

No segundo painel, representantes dos principais setores da economia brasileira debaterão “A base para a retomada do crescimento”. Participam do debate o vice-presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção, Adalberto Cleber Valadão, o presidente do Instituto CNA, Roberto Brant, o economista-chefe da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Flávio Castelo Branco, e o chefe interino da Divisão Econômica da Confederação Nacional do Comércio, Fábio Bentes.

“Com este PIB de 2017, que prevemos ficar em 1,1%, as pessoas não conseguem sentir diferença porque a própria população cresce a uma taxa muito próxima, de 0,9%, e o PIB per capita mantém-se estável. No ano que vem, o crescimento de 2% a 2,5% vai favorecer a sensação de que as coisas melhoraram”, previu Bentes.

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