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Correio Braziliense

"Brasil não aguenta mais aventuras", diz Rollemberg no Correio Debate

Segundo o governador do DF, o país precisa de líderes equilibrados


postado em 19/12/2017 13:58 / atualizado em 19/12/2017 14:08

(foto: Marcelo Ferreira/D.A Press )
(foto: Marcelo Ferreira/D.A Press )


O governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, destacou a importância de debates sobre o papel das assembléias legislativas, do Congresso, dos governos estaduais, do perfil para gestor e do presidente da República, no evento Correio Debate – Desafios para 2018, nesta terça-feira (19/12). “Valores como honestidade, equilíbrio, capacidade de gestão, de enfrentar interesses de corporações é importante para o Brasil entrar em uma nova era. O Brasil precisa de líderes equilibrados, para que não entre em nenhuma aventura, porque o Brasil não aguenta mais aventuras. Um momento como esse, de alta qualidade, em que os principais agentes do país estão aqui dando sua visão, todos nós esperamos que 2018 seja um ano promissor”, afirmou.

Rollemberg falou ainda da importância da agenda de austeridade nacional e local para que as contas públicas sejam colocadas em ordem. Segundo ele, o conjunto de ações, que englobam regulamentação do comércio, renegociação de dívidas, convalidação dos incentivos fiscais, entre outras, é resultado da união dos governadores, que foram ao Congresso e tiveram a oportunidade de serem ouvidos e construir essa agenda fundamental. "Buscamos sair de uma agenda de disputa entre estados para uma agenda de sinergia que fizesse com que estados atuassem juntos, no sentido de promover o desenvolvimento de toda região", afirmou o líder do Executivo local. “Não se pode tratar de recuperação da economia nacional, sem tratar da economia dos estados, que é onde as pessoas estão”, afirmou. Segundo ele, o Fórum de Governantes sempre teve as portas abertas para o diálogo. “Quero aqui dizer, que o Fórum de Governadores sempre teve no presidente Temer uma porta aberta para o diálogo, e, se hoje estamos numa situação muito melhor do que em 2015, é porque fomos ouvidos”.

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O governador citou Brasília como exemplo da eficiência das medidas de austeridade, onde após três anos, mesmo com ações que provocaram ônus político e pessoal, hoje os salários dos servidores estão em dia, assim como de terceirizados e demais fornecedores e a cidade também retomou os investimentos - apesar de 77% das receitas estarem comprometidas com a folha de pagamento para uma parcela de 7% da população. “Colocamos a casa em ordem. Vamos concluir o governo pagando todas as dívidas, com economia equilibrada, pagamento de servidores em dia e recuperando a capacidade de investimentos”, disse.

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