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Correio Braziliense

Presidente do BC é eleito o melhor banqueiro central do mundo

A revista fala do perfil do presidente que passou por instituições privadas e públicas, academia e organizações internacionais


postado em 10/01/2018 16:23


A revista fala do perfil do presidente que passou por instituições privadas e públicas, academia e organizações internacionais.(foto: Marcelo Ferreira/CB/D.A Press)
A revista fala do perfil do presidente que passou por instituições privadas e públicas, academia e organizações internacionais. (foto: Marcelo Ferreira/CB/D.A Press)
 
O presidente do Banco Central do Brasil, Ilan Goldfajn, foi eleito o melhor banqueiro central do mundo pela revista britânica "The Banker", do grupo Financial Times. Apesar da honraria, o chefe da autoridade enviará logo ao ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, uma carta para explicar porque a inflação de 2017 ficou abaixo do piso da meta, que era de 3%.
 

A publicação diz que o país voltou a crescer, a inflação está controlada e a economia da sinais de melhora. “Isso está longe de ser um sucesso fácil em um país que tem lutado com a inflação crescendo em dois dígitos no passado recente”, ressaltou o texto, que lembrou que Ilan não é novo na autoridade monetária. 

A revista fala do perfil do presidente que passou por instituições privadas e públicas, academia e organizações internacionais, e ainda fez doutorado em economia no Massachusetts Institute of Technology (MIT).
 

Sua trajetória  

Ilan Goldfajn nasceu em Israel e parte da sua criação aconteceu no Rio de Janeiro. Em 1988, graduou-se em Economia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Em 1991, obteve mestrado na Pontífica Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ), onde chegou a ser professor. Em 1995, adquiriu o doutorado em economia pela Massachusetts Institute of Technology (MIT). Ilan foi diretor de política econômica do Banco Central entre 2000 e 2003. Em 2016, foi indicado ao cargo de presidente do Banco Central pelo ministro da Fazenda, Henrique Meirelles. Atualmente, o presidente do Banco Central é favorável as reformas que o governo Temer está fazendo, principalmente, a Reforma da Previdência, pois acredita ser importante para o maior equilíbrio da economia brasileira. 
 
 
 

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