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Correio Braziliense

Setor de serviços cresce 1% em abril, aponta levantamento do IBGE

Pela primeira vez em 2018 que o índice não foi negativo. Apesar do volume positivo em abril, o resultado de maio será afetado pela greve dos caminhoneiros, que prejudicou vários setores da economia


postado em 14/06/2018 09:53

Abril foi positivo para os setores de varejo e serviços. Depois que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou, nesta quarta-feira (13/6), o crescimento de 1% nas vendas do comércio, o setor de serviços também expandiu 1% no mês, em comparação com março. O resultado foi anunciado na manhã desta quinta-feira (14/6).

Pela primeira vez em 2018 que o índice não foi negativo. Apesar do volume positivo em abril, o resultado de maio será afetado pela greve dos caminhoneiros, que prejudicou vários setores da economia.

Em comparação a abril de 2017, a atividade subiu 2,2%, o que representa a taxa mais alta desde março de 2015, quando ficou em 2,3%. No acumulado do ano, porém, o setor caiu 0,6%. O recuo é maior nos últimos 12 meses: 1,4%. Essa é a queda menos intensa desde agosto de 2015, quando contabilizou uma retração de 1,2%.

Quadro das cinco atividades investigadas apontaram um crescimento. O destaque ficou por conta de transportes, serviços auxiliares e correio (1,2%) e serviços profissionais, administrativos e complementares (1,7%). 

Outros resultados positivos ocorreram nos serviços prestados às famílias (1,5%) e outros serviços (0,7%). Na contramão, serviços de informação e comunicação caíram 1,1%. 

A melhora do setor em abril foi percebida em 11 das 27 unidades da federação. São Paulo (1,7%) e Rio Grande do Sul (5,7%) tiveram os melhores resultados. Do outro lado da tabela, Bahia (-5,5%) e Paraná (-2,1%) apresentaram os piores índices.

Turismo

O agregado das atividades turísticas subiu 3,3% em abril. Houve alta em sete das 12 unidades da federação. Os impactos positivos vieram de São Paulo (5,3%), Bahia (3%), Minas Gerais (2,5%) e Rio Grande do Sul (3,7%). Houve uma queda de 2% nas atividades de turismo no Rio de Janeiro. 

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