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Correio Braziliense

Desemprego cai, mas ainda atinge 13 milhões de brasileiros, diz IBGE

País registrou uma taxa de desocupação de 12,4% no trimestre de abril a junho, o que representa uma queda de 0,7 ponto percentual em relação aos três meses imediatamente anteriores


postado em 31/07/2018 09:21

(foto: Antonio Cunha/Esp. CB/D.A Pres)
(foto: Antonio Cunha/Esp. CB/D.A Pres)

 
O Brasil registrou uma taxa de desocupação de 12,4% no trimestre de abril a junho, o que representa uma queda de 0,7 ponto percentual em relação aos três meses imediatamente anteriores — quando estava em 13,1%. Na comparação com o segundo trimestre de 2017, o recuo foi de 0,6 ponto percentual. As informações foram divulgadas, na manhã desta terça-feira (31/7), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O resultado foi possível com a diminuição das pessoas desempregadas, que passaram a ser 13 milhões, após uma queda de 5,3% entre abril e junho frente o primeiro trimestre do ano. Na prática, 723 mil pessoas saíram da desocupação.

Por sua vez, a população ocupada subiu 0,7% no mesmo período de comparação, o que representa um adicional de 657 mil pessoas. Há 91,2 milhões de trabalhadores. Deste montante, 32,8 milhões estão com carteira assinada, o que representa um número estável em relação ao primeiro trimestre do ano. 

Apesar disso, quando se compara o segundo trimestre de 2018 com o mesmo período de 2017, houve uma queda de 1,5% no número de pessoas com carteira assinada: menos 497 mil pessoas. 

Já o número de empregados informais no setor privado cresceu 2,6%, para 11 milhões. A alta foi de 276 mil pessoas em relação ao trimestre anterior. Em relação ao mesmo trimestre de 2017, houve acréscimos de 3,5%, ou mais 367 mil pessoas.

O número de pessoas que trabalham por conta própria ficou estável em 23,1 milhões no segundo trimestre. Na comparação com o mesmo período de 2017, houve alta de 2,5%, ou mais 555 mil pessoas. 

Renda

O rendimento médio real habitual (R$ 2.198) no trimestre de abril a junho de 2018 ficou estável em ambas comparações. A massa de rendimento real para o trimestre foi de R$ 195,7 bilhões e também registrou estabilidade. 

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