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Correio Braziliense

Banda larga cresce em junho com mais 121 mil contratos no país, diz Anatel

Um dos poucos serviços de telecomunicações que continuam avançando, a conexão fixa de internet de alta velocidade atingiu 30,3 milhões de acessos no Brasil no mês passado


postado em 31/07/2018 10:53

Em relação a junho do ano passado, houve um aumento de 2.496.656 contratos(foto: Valério Ayres/Esp. CB/D.A Press)
Em relação a junho do ano passado, houve um aumento de 2.496.656 contratos (foto: Valério Ayres/Esp. CB/D.A Press)

 
Dados divulgados, nesta terça-feira (31/7), pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) mostram que o único serviço que continua em expansão no Brasil é o de banda larga fixa. No mês de junho de 2018, o país registrou 30.308.227 de contratos. Na comparação entre maio e junho deste ano, houve um aumento de 121.284 contratos de banda larga fixa no país. 

Em relação a junho do ano passado, houve um aumento de 2.496.656 contratos. Enquanto a banda larga avança, a telefonia fixa e móvel e a TV por assinatura mantêm tendência de queda.

Tecnologias

Para o acesso à banda larga fixa, a tecnologia xDSL foi a mais utilizada no país com 12,8 milhões de contratos. O xDSL, que significa Linha Digital de Assinante, é uma família de tecnologias utilizada para transmitir dados digitais por meio de linhas telefônicas. A ADSL (linha digital assimétrica de assinante) é a tecnologia DSL mais comumente instalada para acesso à internet.

Em segundo lugar, está o modem a cabo, com 9,2 milhões de contratos. A tecnologia utiliza as redes de Tevê a Cabo para transmitir os dados, fazendo uso da porção de banda não utilizada pela televisão.

E em terceiro lugar ficou a fibra ótica com 4,1 milhões de contratos. Fibra ótica são fios de vidro ou plástico, de pequeno diâmetro, feitos de material que não sofre interferências eletromagnéticas, por isso, possui importância em sistemas de comunicação de dados.

Regiões

No mês de junho, São Paulo foi o estado com o maior número de contratos de banda larga fixa do país (10,3 milhões), seguido do Rio de Janeiro (3,2 milhões) e Minas Gerais (3,1 milhões). Roraima foi o único estado que registrou redução (-1,78%), com recuo de 672 contratos em junho deste ano. 

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