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Correio Braziliense

Brasil fica em último em ranking de crescimento da economia

O ranking tem a liderança da pela Índia, que cresceu 8,2% entre abril e junho deste ano na mesma base de comparação


postado em 31/08/2018 13:20 / atualizado em 31/08/2018 13:41

Tanto os investimentos quanto a produção industrial registraram queda no segundo trimestre(foto: Kia/CB/D.A Press)
Tanto os investimentos quanto a produção industrial registraram queda no segundo trimestre (foto: Kia/CB/D.A Press)
Apesar de o Brasil registrar crescimento de 1% no segundo trimestre na comparação com o mesmo intervalo de 2017, o país continua na lanterna global quando o assunto é expansão econômica. A taxa no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro ficou um último lugar em uma lista de 47 países feita pela Austin Rating, como s seus respectivos resultados trimestrais já divulgados. A média geral dessas nações foi de 3,5%, mais do que o triplo do desempenho do PIB brasileiro.

O ranking tem a liderança da pela Índia, que cresceu 8,2% entre abril e junho deste ano na mesma base de comparação. Em segundo lugar, ficou a China, com alta no PIB de 6,7%, seguida das Filipinas, com 6% de expansão.  

“O país tem crescido pouco porque as incertezas em relação às eleições e continuidade da agenda de reformas têm piorado as expectativas e a confiança dos investidores e empresários”, destacou Alex Agostini, economista-chede da Austin, lembrando que tanto os investimentos quanto a produção industrial registraram queda no segundo trimestre, de 1,8% e de 0,6%, na comparação trimestre contra trimestre imediatamente anterior.  “Nas últimas medições, o Brasil não consegue sair da lanterna e costuma ser superado apenas pela Venezuela, que ainda não divulgou os dados. Contudo, a até a Grécia tem crescido mais do que o Brasil nas ultimas medições”, comparou.

O país latino-americano melhor colocado nessa lista foi o Peru, em quinto lugar, com taxa de crescimento do PIB de 5,4% no segundo trimestre, a mesma do Egito, que ficou em quarto. Chile, em sétimo lugar, registrou com crescimento econômico de 5,3%, o mesmo que a Indonésia, em quinto.

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