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Correio Braziliense

DFStar aposta em hospital com serviço de hotel em Brasília

Com a proposta de tornar-se referência em atendimento e tecnologia na capital federal, o DFStar abrirá as portas no início de 2019 para colocar Brasília no mapa do turismo médico nacional


postado em 29/11/2018 06:00

A proposta no DFStar é transformar o tradicional gélido ambiente hospitalar em um local mais parecido com um hotel de luxo(foto: Divulgação )
A proposta no DFStar é transformar o tradicional gélido ambiente hospitalar em um local mais parecido com um hotel de luxo (foto: Divulgação )


São Paulo e Rio de Janeiro sempre foram consideradas as metrópoles de maior infraestrutura hospitalar da América Latina. Nos últimos anos, porém, cidades como Belo Horizonte e Brasília entraram no mapa-múndi dos serviços médicos hospitalares de excelência. Até março, a Rede D’Or – dona de bandeiras como São Luiz Itaim e Morumbi, em São Paulo, e Copa D’Or, na capital fluminense – vai abrir o DFStar, que terá o conceito de hospital cinco-estrelas.

“Será um hospital diferenciado, com um dos melhores corpos clínicos do país, além de estrutura e equipamentos de altíssima geração, com o que há de mais avançado no mundo”, diz o presidente do setor de oncologia da Rede D’Or, Paulo Hoff. “Brasília, que já é o terceiro hub mais movimentado do Brasil e da América Latina, será também um centro médico de excelência”, afirma.

O DFStar promete ser não apenas uma referência em tratamento de saúde, mas um exemplo de modernidade. A unidade ocupará uma área de 29 mil metros quadrados na Asa Sul e vai gerar cerca de mil empregos diretos. “O DFStar faz parte de investimento que inclui a inauguração de outras duas unidades no país – o Copa Star, no Rio de Janeiro, e o Vila Nova Star, em São Paulo, que terão os mesmos padrões de atendimento e serviços”, destaca Hoff.

No caso do hospital de Brasília, o prédio terá uma fachada inspirada no cerrado e a decoração repleta de obras de grandes artistas nacionais. A proposta é transformar o tradicional gélido ambiente hospitalar em um local mais parecido com um hotel de luxo. “O paciente e seus acompanhantes desejam se sentir acolhidos desde a chegada. Um ambiente cujos serviços e sofisticação lembram um hotel reduz a ansiedade e melhora a experiência de todos”, afirma Jorge Moll, presidente do Conselho da Rede D’Or São Luiz.

Para além dos serviços de hotelaria, os hospitais da marca Star também se destacam por ser referência em atendimentos de alta complexidade e oferecer o que há de mais moderno em termos de equipamentos médicos.

De acordo com Guilherme Villa, diretor-regional da Rede, o DFStar trará novidades únicas à capital. “Seremos os primeiros a oferecer o Gamma Knife, um equipamento capaz de direcionar uma alta concentração de radiação a áreas restritas, tecnologia importante em casos de tratamento de tumores cerebrais, por exemplo”, diz. “Com a tecnologia, há menor risco de lesionar áreas saudáveis durante o tratamento”, acrescenta. O hospital também irá dispor de duas unidades Elekta Versa, equipamento top de linha em radioterapia.

Segundo a Rede D’Or, para garantir exclusividade ao paciente, o DFStar foi projetado para ter menos de 150 leitos de internação. Os equipamentos de tomografia, ressonância magnética e tantos outros de última geração terão ciclos de atualização de dois a cinco anos. Em hospitais convencionais, esse ciclo é de cinco a 10.

O novo hospital também abrigará uma unidade do OncoStar, sob a gestão de Paulo Hoff, referência mundial e o único brasileiro a receber o título de “fellow” da American Society of Clinical Oncology (Fasco), distinção concedida pela contribuição relevante na luta contra o câncer.

“A grande vantagem de trabalharmos em rede é a de poder compartilhar as melhores práticas. Na unidade paulista da Clínica OncoStar, temos o Tumor Board, uma reunião periódica com acesso direto aos grandes centros internacionais de pesquisa. Agora, com o DFStar, toda essa estrutura passa a ser um canal direto também para os médicos do Distrito Federal”, explica Hoff.

Pacientes, acompanhantes e médicos poderão desfrutar de dois andares de estacionamento, serviços de valet parking e concierge, entre outros. Cada suíte estará equipada com um tablet para controlar a luminosidade do quarto e realizar chamadas de vídeo direto com a enfermagem. A solução é chamada de “Smart Hospitality” e também pode ser acessada pelo médico assistente para visualizar exames diretamente do quarto de seu paciente. Ou seja, se depender do DFStar, hospital em Brasília não será um problema.

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