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Correio Braziliense

Apesar de crescimento, PIB brasileiro continua na lanterna global

Taxa de crescimento de 1,3% coloca o país à frente apenas de Rússia, Alemanha e Noruega em uma lista de 43 países da Austin Rating


postado em 30/11/2018 10:20 / atualizado em 30/11/2018 15:36

Brasil continua na lanterna global em taxa de crescimento econômico(foto: Cristiano Gomes/CB/D.A Press)
Brasil continua na lanterna global em taxa de crescimento econômico (foto: Cristiano Gomes/CB/D.A Press)
O Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 1,3% no terceiro trimestre na comparação com o mesmo período de 2017, conforme dados divulgados nesta sexta-feira (30/11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Com esse resultado anual, o Brasil continua na lanterna global em taxa de crescimento econômico. O país ficou em 39° lugar, segundo levantamento da Austin Rating junto a 43 economias que já divulgaram seus respectivos PIBs. Apenas Rússia, Alemanha, Noruega e Itália, ficaram atrás do Brasil, com crescimento de 1,3%, 1,2%, 1,1% e 0,8%, respectivamente.

O ranking da Austin é liderado pela Índia, que divulgou hoje alta de 7,1% no PIB do terceiro trimestre. A China, em segundo lugar, teve expansão no PIB do terceiro trimestre de 6,5%. Em terceiro lugar ficou as Filipinas, com alta de 6,1%. Estados Unidos, que cresceram 3% no trimestre, ficaram em 14° lugar. O país latino-americano melhor colocado foi o Chile, com alta no PIB trimestral de 2,8%, na 19ª colocação. Logo após, em 20º lugar, veio o México, que registrou expansão de 2,6%. O Peru, com alta de 2,3%, ficou em 29º.

Argentina e Venezuela, que atravessam forte crise financeira, não divulgaram seus resultados ainda, lembrou o economista-chefe da Austin, Alex Agostini. Ele considerou a alta de 0,8% do PIB brasileiro no terceiro trimestre na comparação com os três meses anteriores muito boa, apesar de estar esperando uma expansão maior, de 1,1%, na margem. “Esse resultado consolida a nossa expectativa de 1,3% para a expansão do PIB neste ano e pavimenta o crescimento de 3% para 2019”, afirmou.

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