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Correio Braziliense

Presidentes do BB e do BNDES ressaltam administração contra privilégios

A cerimônia de posse de funções contou com a presença do presidente Jair Bolsonaro e do ministro da Economia, Paulo Guedes -- inclusive, citado nos discursos de agradecimento pelas indicações aos cargos


postado em 07/01/2019 12:25

(foto: Ed Alves/CB/D.A Press)
(foto: Ed Alves/CB/D.A Press)
O presidente do Banco do Brasil, Rubem Novaes, agradeceu ao presidente Jair Bolsonaro por depositar nele a confiança para o cargo, mas demonstrou gratidão, sobretudo, ao ministro da Economia, Paulo Guedes, pela indicação para a função. Entre os principais desafios da nova gestão, segundo o economista, estão reverter o quadro da recessão, que fez com que milhares de brasileiros quisessem deixar o país, e manter uma administração "eficiente, transparente e honrada". 

“Vivemos um momento muito importante no país, que passou por grandes desgraças. Mensalão, Petrolão, crise da segurança, uma recessão terrível. Parecia que o povo brasileiro estava desinteressado. Nossos jovens e empresários falando em deixar o país. Hoje temos uma responsabilidade enorme em reverter esse quadro e fazer com que os brasileiros voltem a se sentir honrados em serem brasileiros”, disse.

Novaes afirmou ainda que, durante o período de transição, ele pôde conhecer todos os funcionários e dirigentes do banco. “Sinto que terei apoio em uma equipe eficiente para levarmos a cabo nossas responsabilidades. Temos como principais medidas uma administração que deve ser eficiente, transparente e honrada. Tenho certeza que, com a equipe que estamos montando, nossos objetivos serão cumpridos”, pontuou.

Na cerimônia, também se oficializou no cargo o  presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Joaquim Levy. Ele aproveitou seu primeiro discurso para reiterar a fala de Guedes do combate  ao desvirtuamento dos empréstimos da instituição, sem privilegiar os grandes grupos. “Estamos na antessala pra o mercado de capital. O papel do BNDES é contribuir nesse ambiente, com novas ferramentas e próximo de parcerias com o mercado, dando mais equidade ao acesso ao crédito” garantiu Levy.

O ex-ministro da Fazenda de Dilma Rousseff destacou que pretende dar uma nova cara ao BNDES. “Vamos repensar a maneira de trabalhar e nos organizarmos para otimizar nosso balanço, que hoje depende uma proporção menos exagerada do que há quatro anos de recursos do Tesouro Nacional, garantindo um retorno mais adequado à população”, disse.

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