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Correio Braziliense

Mourão diz que 'seria um momento ótimo' aprovar Previdência no 2º semestre

Presidente em exercício ressaltou ainda a importância de uma reforma tributária, atacou os governos de esquerda e afirmou que tudo o que puder ser privatizado, será


postado em 19/03/2019 14:28 / atualizado em 19/03/2019 14:34

(foto: Ed Alves/CB/D.A Press)
(foto: Ed Alves/CB/D.A Press)

Após dar os últimos ajustes no texto da reforma da Previdência dos militares, o presidente em Exercício, Hamilton Mourão, participou, nesta terça-feira (19/3), de um almoço com empresários do Distrito Federal. Durante o discurso, defendeu a reforma da Previdência e afirmou que espera a completa aprovação do texto até o segundo semestre deste ano.

“Nós consideramos que o início do 2º semestre seria um momento ótimo para que o Parlamento tivesse solucionado isso aí e aprovado tudo (da reforma da Previdência)”, destacou. O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, também esteve no evento, junto com outras autoridades. 

Mourão ressaltou ainda a importância de uma reforma tributária, atacou os governos de esquerda e afirmou que tudo o que puder ser privatizado, será. O presidente em Exercício disse que a abertura da economia brasileira para o comércio mundial tem que ser “lenta, gradativa e segura”. 

“Temos que privatizar tudo o que puder ser privatizado e reformar o sistema educacional. Temos que tirar o peso do Estado das costas de todos aqueles que produzem. O sistema previdenciário é injusto”, explicou.

Mourão destacou ainda que o governo de Jair Bolsonaro “não é uma ameaça à democracia”. “(O governo ) tem um firme compromisso com a Constituição e com as instituições. O Brasil está vivendo um novo período na sua história que terá que ser marcado pela eficiência, pela responsabilidade e pela zero corrupção”, disse. 

“Quando deixarmos esse governo, queremos que todos neste país experimentem as quatro liberdades essenciais -- a liberdade de expressão, a liberdade religiosa, a liberdade de não ser imposto às vontades dos outros e a liberdade de não ter medo”, finalizou. 

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