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Correio Braziliense

IBGE: falta trabalho para 28,4 mi de pessoas; desemprego atinge 13,2 mi

Enquanto a taxa de desemprego atingiu subiu 0,5 ponto percentual, alcançando 12,5%, o índice de subutilização passou de 24,2% para 24,7%


postado em 31/05/2019 09:30

Nos últimos meses, imagens de filas imensas de pessoas em busca de emprego foram registradas pelo país(foto: Ana Rayssa/CB/D.A Press)
Nos últimos meses, imagens de filas imensas de pessoas em busca de emprego foram registradas pelo país (foto: Ana Rayssa/CB/D.A Press)
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostrou que a população desocupada atingiu 13,2 milhões de pessoas no trimestre encerrado em abril, o que representa uma alta de 4,4% em comparação com os três meses anteriores (novembro, dezembro e janeiro). Além disso, a subutilização atinge 28,4 milhões de pessoas, o recorde da série histórica, iniciada em 2012.

A subutilização é a soma do número de desocupados, com subocupados (aqueles que trabalham menos de 40 horas por semana e gostaria de trabalhar mais) e a força de trabalho potencial, que é formada por pessoas que gostariam de trabalhar, mas não procuram por desalento ou procuram, mas não estavam disponíveis para trabalhar no momento da pesquisa. 

Os dados foram divulgados na manhã desta sexta-feira (31/5). Enquanto a taxa de desemprego atingiu subiu 0,5 ponto percentual, alcançando 12,5%, o índice de subutilização passou de 24,2% para 24,7% entre o trimestre de novembro a janeiro e de fevereiro a abril. 

A população ocupada ficou estável em 92,3 milhões de pessoas, mas cresceu 2,1% na comparação com o trimestre de fevereiro a abril de 2018. Apesar disso, o número de empregados no setor privado com carteira de trabalho ficou estável em 33,1 milhões. Os trabalhadores sem carteira assinada também ficou estável em 11,2 milhões. 

O percentual de pessoas desalentadas aumentou 4,3% no mesmo período, atingindo 4,9 milhões de pessoas. O rendimento médio real habitual (R$ 2.295) também ficou estável, assim como a massa de rendimento real habitual (R$ 206,8 bilhões).

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