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Correio Braziliense

Caixa lança nova linha de crédito imobiliário atualizada pelo IPCA

A taxa mínima para imóveis residenciais será de 2,95% ao ano e a taxa máxima será de 4,95% a.a


postado em 20/08/2019 17:02

(foto: Breno Fortes/CB/D.A Press)
(foto: Breno Fortes/CB/D.A Press)
  O presidente Jair Bolsonaro (PSL) participou na tarde desta terça-feira (20/8) da Cerimônia de Lançamento do IPCA para Crédito Imobiliário.

Segundo a Caixa Econômica Federal (CEF) a nova linha de crédito imobiliário é indexada ao IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), que acumulou alta de 3,22% em 12 meses encerrados em julho.

A taxa mínima para imóveis residenciais enquadrados no Sistema Financeiro de Habitação (SFH) e Sistema Financeiro Imobiliário (SFI) sera de IPCA+2,95% ao ano e a taxa máxima será de IPCA 4,95% a.a. As taxas valem para novos contratos e já estarão vigentes a partir da próxima segunda-feira (26). O prazo máximo é de 360 meses com quota máxima de financiamento de 80%. As simulações podem ser feitas no site da Caixa e a decisão da correção sera do cliente.

O presidente Jair Bolsonaro havia adiantado a medida em uma live realizada na noite de ontem (15) pelas redes sociais, ao lado do presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães. 

Segundo Guimarães, a alternativa de financiamento imobiliário representa uma revolução no mercado. "Acreditamos que terá impacto no crescimento econômico dos próximos anos. Vai ter mais emprego, mais crédito e movimentará a economia", diz.

Na última sexta-feira (17/8), o Banco Central divulgou uma nota afirmando que “A alteração é mais um passo para tornar o mercado imobiliário menos dependente dos recursos dos depósitos de poupança e do FGTS, permitindo a contratação de operações que podem servir de lastro de instrumentos negociados no mercado de capitais, como os certificados de recebíveis imobiliários e as letras imobiliárias garantidas. A medida deve favorecer a ampliação das modalidades de financiamento imobiliário disponíveis aos consumidores, o aumento da concorrência entre os agentes financeiros e a redução das taxas de juros”, disse o Conselho em um trecho do documento.

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