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Correio Braziliense

Preço da gasolina cai em alguns postos; saiba onde abastecer mais barato

Sem a Petrobras reajustar preços nas refinarias, gasolina no DF volta a cair. Mas ainda está mais cara que semana passada


postado em 18/09/2019 06:00 / atualizado em 18/09/2019 14:21

Valor do litro recuou, mas continua mais alto do que na semana passada(foto: Marcelo Ferreira/CB/DA.Press)
Valor do litro recuou, mas continua mais alto do que na semana passada (foto: Marcelo Ferreira/CB/DA.Press)
Se o anúncio de ataque a campos de produção de petróleo na Arábia Saudita no fim de semana fez com que postos no DF elevasse o preço da gasolina, antes mesmo de a Petrobras se posicionar, a decisão da estatal de não reajustar os valores nas refinarias provocou o movimento inverso em alguns estabelecimentos. Nesta terça-feira (17/9), dos 30 locais pesquisados pelo Correio, sete reduziram os preços e 14 os mantiveram o valor, em comparação com o levantamento do dia anterior.


O posto da 210 Norte, que vendia o litro do combustível, na segunda-feira (16/9), a R$ 4,459, baixou para R$ 4,409. O maior valor registrado pelo levantamento foi de R$ 4,419 em estabelecimentos do Eixinho Norte. O menor, R$ 4,079, estava sendo cobrado na Estrada Parque Taguatinga (EPTG) e no SIA (veja tabela abaixo)

Apesar da queda em alguns postos, o preço ainda ficou acima do da semana passada, de R$ 4,229, e a insegurança dos motoristas é grande. O motoboy Idelbrando de Sousa, 42 anos, disse que esperou para ver se o preço baixava, mas quando chegou no posto se deparou com valor R$ 0,20 mais caro. “Estou colocando aos poucos, e à noite vou procurar um (posto) mais em conta”, afirmou.

O motorista de aplicativo Matheus Alves, 23, disse que viajou para outra cidade na sexta-feira passada e voltou com a gasolina R$ 0,40 mais cara. “Estou abastecendo sempre que vejo um lugar mais barato só para não ficar na mão”, lamentou.

“O aumento da gasolina no Distrito Federal não tem relação direta com o ocorrido na Arábia Saudita”, afirmou Paulo Roberto Corrêa Tavares, presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis e de Lubrificantes do DF (Sindicombustíveis). Ele explicou que a variação nas bombas se deu em virtude do aumento nas refinarias em agosto, que não havia sido repassado.

* Estagiária sob supervisão de Rozane Oliveira

 

(foto: DAPress)
(foto: DAPress)
 

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