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Correio Braziliense

''PEC Emergencial deve ficar para o ano que vem'', diz relator

Em entrevista, o senador Oriovisto Guimarães (Pode-PR) adiantou que existe duas emendas que devem complementar com o texto enviado pela equipe econômica


postado em 18/11/2019 08:41 / atualizado em 18/11/2019 12:34

O senador Oriovisto Guimarães (Podemos-PR) relator da PEC da emergência fiscal, do pacote fiscal elaborado pelo Ministério da Economia(foto: Pedro França/Agência Senado)
O senador Oriovisto Guimarães (Podemos-PR) relator da PEC da emergência fiscal, do pacote fiscal elaborado pelo Ministério da Economia (foto: Pedro França/Agência Senado)
Relator da PEC Emergencial, o senador Oriovisto Guimarães (Pode-PR) admitiu em entrevista à Rádio CBN que a votação da proposta no Senado deve ficar para 2020. "Ela (a PEC Emergencial) vai exigir audiências públicas, debates na CCJ (Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania), debate em Plenário", afirmou o parlamentar. "Com muita sorte, conseguiríamos relatar ela este ano. Ela deve ficar então para o ano que vem."

Na entrevista, Oriovisto adiantou ainda duas emendas que deve fazer ao texto que foi enviado pela equipe econômica. O senador vai propor que o corte de salários em situações de emergência fiscal afete também os vencimentos de deputados, senadores, governadores e do presidente da República, e que não fique apenas restrito aos servidores.

O parlamentar quer ainda que, quando haja superávit primário, o funcionalismo ganhe um bônus salarial equivalente a 5% dessa economia extra.

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