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Correio Braziliense

Brasil oferece oportunidades de negócios para setor aeroportuário

De acordo com Nicolas Notebaert, presidente global da Vinci Aiport, o Brasil é um mercado emergente e promissor no setor de operação aeroportuária


postado em 11/12/2019 16:30

A Vinci Airport investiu, de janeiro de 2018, R$ 700 milhões, sendo R$516 milhões por meio de financiamento do Banco do Nordeste(foto: Portal da Copa/Reprodução)
A Vinci Airport investiu, de janeiro de 2018, R$ 700 milhões, sendo R$516 milhões por meio de financiamento do Banco do Nordeste (foto: Portal da Copa/Reprodução)
O Brasil é um mercado emergente e promissor e a Bahia é o Estado que passou, mais recentemente, a oferecer boas oportunidades de negócios para o setor de operação aeroportuária. De acordo com Nicolas Notebaert, presidente global da Vinci Airport, empresa francesa que acaba de inaugurar a primeira fase das obras de ampliação e modernização do aeroporto de Salvador, o “Brasil é uma potência, com mais de 200 milhões de habitantes e com necessidade de melhorar e resolver os problemas de mobilidade”.

Apesar da duradoura crise fiscal que o país ainda tenta se desvencilhar e da renitente perspectiva de baixo crescimento econômico, a Vinci Airport investiu, de janeiro de 2018, R$ 700 milhões, sendo R$516 milhões por meio de financiamento do Banco do Nordeste. “Nosso grupo tem investimentos em todo o mundo. No Brasil, estamos há 30 anos, com crise e sem crise”. A tendência, destacou, e de evolução não apenas da vinda de turistas de fora do país, como também do turismo interno.

A movimentação de brasileiros, além da visita a pontos turísticos, ele espera o desenvolvimento do turismo de negócios. “O Brasil vai crescer e se desenvolver naturalmente”, disse Notebaert. Na Bahia, especificamente, a evolução dos negócios tende a ser ainda mais duradoura. O Estado foi o último do país a reduzir a alíquota do ICMS da gasolina de avião (de 18% para 3%). “Essa é uma boa notícia. Com a redução da taxação, será possível baixar os custos das empresas que são diretamente afetados pelo combustível”, assinalou.

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