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Correio Braziliense

Parceira chinesa da Petrobras prevê 750 mil barris no auge da produção

Além de Mero, que continua sendo chamado de Libra por Chengbin, a empresa chinesa tem participação no campo de Peroba e recentemente adquiriu 5% em Búzios e 5% em Aram, ambos no pré-sal da bacia de Santos


postado em 13/12/2019 16:16 / atualizado em 13/12/2019 17:05

(foto: Caio Gomez/CB/D.A Press)
(foto: Caio Gomez/CB/D.A Press)
O vice-presidente da CNODC Brasil, Liu Chengbin, estima que no auge de produção o campo de Mero (ex-Libra) vai produzir 40 bilhões de toneladas equivalentes de petróleo por ano, cerca de 750 mil barris diários. Em palestra na Fundação Getulio Vargas (FGV), o executivo se disse muito otimista com os projetos que possui no País.

"Temos mais 31 anos de produção em Libra, é um ativo de classe mundial. Estamos muito otimistas em relação aos projetos que temos no Brasil", afirmou ele no evento "O futuro da parceria estratégica global China-Brasil", promovido pela FGV EPGE.

Atualmente, a CNODC Brasil é a 16a concessionária por volume de produção no Brasil, com 6,1 mil barris diários de óleo equivalente. Mero produz 42,8 mil barris diários de petróleo e 61 mil b/d de óleo equivalente (junto com gás natural).

O consórcio de Mero é formado por Petrobras (40%), Shell (20%), Total (20%), CNODC (10%) e CNOOC (10%).

Além de Mero, que continua sendo chamado de Libra por Chengbin, a empresa chinesa tem participação no campo de Peroba e recentemente adquiriu 5% em Búzios e 5% em Aram, ambos no pré-sal da bacia de Santos.

Em Mero, a previsão, segundo o executivo, é que a próxima FPSO entre em operação em 2021. "Sob orientação do consulado estaremos fortalecendo nossos negócios no País e fortalecendo nossa relação com o Brasil", concluiu.

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