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Correio Braziliense

Desemprego atinge 11,9 milhões de pessoas no Brasil, diz IBGE

A taxa de desemprego divulgada, nesta sexta-feira (28/2), pelo IBGE considera o desempenho do mercado de trabalho entre os meses de novembro, dezembro e janeiro


postado em 28/02/2020 09:56 / atualizado em 28/02/2020 17:23

Fila em busca de Emprego em frente ao Estádio Nacional Mané Garrincha(foto: Ed Alves/CB/D.A Press)
Fila em busca de Emprego em frente ao Estádio Nacional Mané Garrincha (foto: Ed Alves/CB/D.A Press)
A taxa de desemprego marcou 11,2% no trimestre encerrado em janeiro deste ano, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Isso significa que 11,9 milhões de pessoas ainda estão à procura de um emprego no Brasil. A taxa de desemprego divulgada, nesta sexta-feira (28/2), pelo IBGE considera o desempenho do mercado de trabalho entre os meses de novembro, dezembro e janeiro.


Segundo o IBGE, a taxa é menor que a registrada no mesmo período do anterior, quando foi de 12%. Também é menor que o trimestre imediatamente anterior (agosto, setembro e outubro), quando o desemprego foi de 11,6%. Quando comparada com o resultado do último trimestre de 2019, contudo, a taxa de desemprego cresceu, passando de 11% para 11,2%. O IBGE, por sua vez, diz que esse tipo de comparação não é correta. 

 
Por meio da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), o IBGE ainda informou reduções trimestrais nas taxas de informalidade e subutilização da força de trabalho. De acordo com o órgão, a informalidade atinge 40,7% da população. Isto é, 38,3 milhões de trabalhadores informais.

Mas caiu ante o trimestre móvel anterior (41,2%) e o mesmo trimestre do ano anterior (40,6%). Já a subutilização ficou em 23,2%, abaixo dos 23,8% vistos entre agosto e outubro de 2019 e dos 24,2% vistos entre novembro de 2018 e janeiro de 2019.

O número de trabalhadores por conta própria, contudo, cresceu 3,1% em relação ao mesmo período do ano anterior. De acordo com o IBGE, 24,6 milhões de pessoas já se encaixam nessa categoria. Já a população desalentada, aquela que não procura emprego, nem trabalho, ficou estável em 4,7 milhões de pessoas. E atinge, portanto, 4,2% da força de trabalho brasileira.

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