Apresentado por:

Publicidade

Correio Braziliense

Cada aluno tem uma trajetória escolar única

Que histórias você leva da época de escola? Acreditando que cada aluno tem habilidades próprias a serem desenvolvidas, colégio possui programa com mais de 30 atividades extracurriculares


postado em 28/09/2019 08:00 / atualizado em 28/09/2019 11:27



No Colégio Ideal, nenhum aluno é só mais um. Partindo da premissa de que cada ser humano tem o seu próprio projeto de vida, a escola oferece aos estudantes a oportunidade de desenvolver seus interesses, buscar autoconhecimento e alcançar metas pessoais. “Desde a Educação Infantil até o Ensino Médio, incentivamos o protagonismo como formador de conhecimento”, explica Norma Soares Molina, diretora-geral.“Os projetos interdisciplinares trabalham os temas transversais de forma contextualizada para atender às necessidades de aprendizagem dos alunos de hoje e para formar verdadeiros cidadãos”,completa. 

Aprovação na UnB antes mesmo da formatura 

Graças a esses projetos, cada estudante pode percorrer uma trajetória escolar única. Sem deixar de lado o resultado acadêmico. Um exemplo é Daniel Guimarães Melo, 17 anos, aprovado este ano para o curso de Química na Universidade de Brasília (UnB). Para isso, ingressou no Ideal MED, cursinho preparatório para o vestibular. “O Ideal MED me ajudou muito, principalmente na área de humanas, que eu tinha mais dificuldade, e na redação”, explica Daniel, um dos 613 alunos do Ideal que conseguiram vagas nas maiores universidades públicas do país entre 2018/2019. Embora aprovado na UnB, ele não vai cursar a graduação. “Foi bom saber que sou capaz de passar numa prova tão difícil, mas vou continuar no Ensino Médio porque ainda quero ser aprovado em Engenharia Química”, diz o aluno do 3° ano. 

Espaço para a criatividade 

Outros estudantes encontraram no Ideal a vocação para as artes. É o caso de Sandy Sousa Santana e João Manoel Fernandes, de 18 anos. Ambos tiveram o talento descoberto graças à Sinusi (Simulação das Nações Unidas),um dos mais de 30 projetos extracurriculares da escola. Nele, cada turma é sorteada com um país e precisa fazer uma extensa pesquisa para en-tendê-lo a fundo. No caso de Sandy, uma professora percebeu a aptidão dela em sala de aula e a estimulou a fazer os cenários e as ilustrações para as apresentações culturais durante o evento.“A Sinusi me proporcionou desenvolver as minhas habilidades, além do trabalho em grupo.Você passa muito tempo com outras pessoas e aprende a lidar com outras ideias, construindo coisas a partir disso”,destaca a jovem. Para João Manoel, o principal objetivo, quando entrou no Ideal no 9° ano do Ensino Fundamental, era estudar para o vestibular. “Mas o Ideal me deu momentos como a Sinusi e me colocou na parte artística. Pude me conhecer e decidi fazer graduação em Artes Visuais”, explica o jovem. Atualmente, ele se prepara para a participação na Meia (Mostra Estudantil Ideal de Arte), que envolve música, desenho e teatro. 

Solidariedade traz leveza a uma fase decisiva 

Juliana Bastos da Silva,17,tem sido uma participante ativa de diferentes projetos do Ideal. Aluna docolégiodesde2013,a jovem se juntou ao Coral Sonus quando ingressou no ensino médio. “O coral ajuda a distrair dessa pressão de estar no ensino médio, ter o vestibular, a faculdade. Sem contar que a gente se apresenta no Hospital da Criança e em ações sociais”,explica Juliana. 

Além dos projetos já existentes, o Ideal também estimula que os alunos criem novos. Como o Agasalho Solidário, desenvolvido por Juliana e outros estudantes durante a época de frio. Foram arrecadados agasalhos em todas as unidades do Ideal, em Taguatinga e Águas Claras. “Então, distribuímos em dois pontos, fazendo um varal solidário”, revela a jovem. Foi esse projeto que deu a Juliana a maturidade para escolher o curso superior.“Quero fazer Direito e ser policial”, conta, ao relembrar a ajuda da polícia durante o Agasalho Solidário. Já Marina Monteiro Jardim, 17 anos, também descobriu no Ideal o caminho a seguir no futuro. “Na simulação externa da UnB, participei da área de comunicação. Fui jornalista lá e vi que era o que eu realmente queria”, revela a adolescente, que já atuou em vários projetos na escola, como o Coral Sonus, a Si-nusi e a Meia.