Quando a contagem dos votos revelar o novo governador do Distrito Federal, os brasilienses passarão a conviver com um vice que estreia na política. Por trás das decisões de Rodrigo Rollemberg (PSB) ou de Jofran Frejat (PR), um segundo nome terá força na administração da capital federal. Renato Santana (PSD) ou de Flávia Péres (PR), que usa na urna o sobrenome do marido, José Roberto Arruda, disputam a chance de assumir o Palácio do Buriti na ausência do titular, nos próximos quatro anos.
Quem vencer também poderá fazer viagens e representar a capital do país em missões internacionais e em eventos públicos pelo país. Com perfis distintos, eles têm em comum representarem uma novidade no cenário político. Ambos chegaram na chapa pela proximidade com um nome forte. No caso de Santana, a indicação partiu do amigo e aliado, Rogério Rosso, presidente regional do PSD, que tinha a oferecer ao PSB dois minutos no horário eleitoral, na primeira fase da campanha.
Aos 34 anos, mãe de duas meninas, de 3 meses e 5 anos, e ex-primeira-dama do DF, Flávia Carolina Peres é o nome do PR para vice-governadora. Flávia entrou na disputa política a 20 dias do primeiro turno, quando o marido desistiu de continuar na corrida por derrotas seguidas na Justiça, e Jofran Frejat (PR) assumiu a cabeça de chapa.
Renato Santana foi escolhido para integrar a chapa de Rodrigo Rollemberg (PSB) ainda na formação da coligação. Nascido em Brazlândia e integrante de movimentos sociais, Santana tem 41 anos e mora em Ceilândia há 21. Tem quatro filhos e começou na política sob o olhar de Maria de Lourdes Abadia (PSDB).
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