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Documentário Sem pena aprofunda discussão sobre a justiça criminal do Brasil

A produção de Eugênio Puppo abre a mostra competitiva do Festival

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postado em 17/09/2014 08:02 / atualizado em 19/09/2014 13:31

Guilherme Freitas/Divulgação


Sensibilizar a sociedade para uma realidade brutal e grave na esfera de tribunais e crimes é um dos objetivos do longa Sem pena, com direção de Eugênio Puppo, o primeiro concorrente do mais tradicional festival de cinema do Brasil. “O filme não é sobre sistema carcecário. É uma produção que faz uma reflexão sobre sistema da justiça criminal. Tivemos a pretensão de fazer uma espécie de 360 graus em torno do tema. Dados do âmbito prisional entram, claro. Mas não se trata de um filme institucional”, esclarece Puppo, à frente do quinto longa documental.


Alinhado à torrente de críticas propaladas na ONU e em análises da Human Rights Watch, Sem pena promete expor situações de abuso constatadas nos mutirões comunitários do Conselho Nacional de Justiça.

Em parceria com a Heco Produções, o documentário tomou corpo pela idealização da advogada Marina Dias, com base em pesquisas conduzidas ao longo de cinco anos, relacionadas a nomes destacados como o de Hugo Leonardo, diretor do Instituto de Defesa do Direito de Defesa. “Tivemos a ideia de juntar uma ONG extremamente reconhecida e com trabalho muito ativo, em busca de profundidade no projeto”, comenta o diretor Eugênio Puppo.

“Queremos trazer aos espectadores todo o debate, mostrar, de forma ampla e transparente, as entranhas do sistema da justiça criminal. Mostramos o que não é noticiado, no dia a dia. Como se dá um processo de acusação? Qual a influência desse processo na vida das pessoas? Como a acusação é tratada pelos atores da Justiça — juízes, promotores, delegados, policiais? Debatemos o que a justiça criminal está fazendo com um problema social, hoje em dia”, sublinha Hugo Leonardo.

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