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Longa brasiliense Branco sai. Preto fica vence o Candango de Melhor filme no Festival de Brasília

O filme que mistura ficção e documentário também ganhou os prêmios de Melhor direção de arte e Melhor ator

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postado em 24/09/2014 00:18 / atualizado em 24/09/2014 00:38

Gustavo Moreno/CB/D.A Press

 

O filme brasiliense Branco sai. Preto fica, do cineasta brasiliense Adirley Queirós, ganhou a Mostra competitiva da 47ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. O prêmio foi anunciado nesta terça-feira (23/9), durante a cerimônia de encerramento, no Cine Brasília. Antes de saberem o grande vencedor da noite, os diretores e equipe dos longas decidiram que, independente do resultado, o prêmio de melhor filme, no valor de R$ 250 mil, seria dividido igualmente entre as seis produções.



Branco sai. Preto fica marca a vitória de um filme brasiliense depois de 20 anos - a última vitória de um longa da cidade tinha sido em 1994, com Louco por cinema, de André Luis Oliveira.

O protagonista de Branco sai. Preto fica, Marquim do Tropa, que venceu o prêmio de Melhor ator, comentou sobre o longa. "É um filme que revolucionou na questão social da periferia. Não falo só de Ceilândia, onde o filme foi montado."

O longa também foi agraciado com o Prêmio Saruê, oferecido pelo Correio Braziliense. "Ele representa bem essa fusão entre realidade e ficção e traz contundência social", explica Ricardo Daehn, crítico de cinema do Correio.

Balanço


O longa pernambucano Brasil S/A, de Marcelo Pedroso, foi o maior vencedor da 47ª edição do Festival de Brasília do Cinema Nacional, com cinco prêmios - incluindo o de Melhor direção, Melhor roteiro e outros. Os prêmios de maior destaque ficaram com o brasiliense Branco sai. Preto fica, que ganhou três candangos.



Confira a lista completa de vencedores:

Filmes de longa-metragem


Melhor filme: Branco sai. Preto fica, de Adirley Queirós
Melhor filme pelo júri popular: Sem pena, Eugenio Puppo
Melhor direção: Brasil S/A, de Marcelo Pedroso
Melhor ator: Marquim da tropa, Branco sai. Preto fica
Melhor atriz: Dandara de Morais, Ventos de Agosto
Melhor ator coadjuvante: Renato Novaes de Oliveira, Ela volta na quinta
Melhor atriz coadjuvante: Élida Silpe, Ela volta na quinta
Melhor roteiro: Marcelo Pedroso, Brasil S/A
Melhor fotografia: Gabriel Mascaro, Ventos de Agosto
Melhor direção e arte: Denise Vieira, Branco sai. Preto fica
Melhor trilha sonora: Mateus Alves, Brasil S/A
Melhor som: Pablo Lamar, Brasil S/A
Melhor montagem: Daniel Bandeira, Brasil S/A

Prémio Saruê: Branco sai. Preto fica, de Adirley Queirós

Filmes curta-metragem:

Melhor filme: Sem coração, de Nara Normande e Tião
Melhor filme pelo júri popular: Crônicas de uma cidade inventada, de Luisa Caetano
Melhor direção: Sem coração, de Nara Normande e Tião
Melhor ator: Zé Dias, Geru
Melhor atriz: Maeve Jinkings, Estátua!
Melhor roteiro: Gabriela Amaral Almeida, Estátua!
Melhor fotografia: Beto Martins, Loja de répteis
Melhor direção de arte: Juliano Dornelles, Loja de répteis
Melhor trilha sonora: Piero Bianchi, Vinícius Nunes e Mateus Alves, Loja de répteis
Melhor som: Fábio Baldo, Geru
Melhor montagem: Nara Normande e Tião, Sem Coração

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