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Atores do filme Branco sai. Preto fica comentam a vitória no Festival

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postado em 25/09/2014 08:02



Um dos dias mais quente do ano fez o termômetro marcar a temperatura próxima aos 32º. A estiagem prorrogada deixa a sensação térmica semelhante a de um forno. Mesmo com a perspectiva de um trajeto fisicamente penoso, Marquim do Tropa esvaziou os pneus da cadeira de rodas antes de sair de casa rumo ao encontro dos amigos do rap, DJ Jamaika e Dino Black, para um bate-papo sobre o filme Branco sai, preto fica, de Adirley Queirós. “Preciso perder peso e rápido para a próxima produção”, justificou o cantor e ator.


No período de umas duas semanas começarão os trabalhos de filmagem de um documentário (Era uma vez em Brasília), igualmente filmado em Ceilândia, protagonizado pelos atores do coletivo CeiCine. Antes de voltar para a frente das câmeras, Marquim precisa perder os 12kg adquiridos para o papel do radialista subversivo de Branco sai.

A reunião de três nomes do hip-hop do DF que estão no filme premiado no Festival de Brasília aconteceu de forma espontânea. “Nós tínhamos um guia do que mais ou menos deveríamos dizer em cada cena. Os diálogos saíam naturalmente durante a conversa. Claro, cada take saía de um jeito”, recorda Jamaika, que além de rapper dedicado ao gospel, está em campanha para ocupar uma vaga na Câmara Legislativa.

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