Projeto retira mais de mil toneladas de plantas prejudiciais ao Lago Paranoá

Em menos de um ano, barco ajuda a reduzir quantidade de espécies prejudiciais ao Lago Paranoá. Mas a preocupação continua: em um dia, as pragas voltam

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postado em 22/03/2013 08:00

Tina Coêlho/Esp. CB/D.A Press

Você que observa com admiração o Lago Paranoá deve ter notado: as plantas conhecidas como aguapés, que tomavam conta da superfície do lago, estão desaparecendo. O controle tem ocorrido graças ao barco apelidado de Papaguapé, que começou a limpeza das águas em junho do ano passado. Passados oito meses, a embarcação já retirou mais de 11 mil metros cúbicos (cerca de 1.250 toneladas) de aguapés. Assim, práticas de atividades esportivas e de lazer podem ser vistas em quase todo o lago.


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“A quantidade de macrófitas (plantas não microscópicas) prejudiciais ao lago, hoje, é mínima e restrita à região próxima à foz do Riacho Fundo. O trabalho do Papaguapé agora é apenas de controlar o eventual surgimento de novos aguapés”, afirma o superintendente de Operação, Manutenção e Tratamento de Esgotos da Caesb, Carlos Eduardo Pereira.
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